As redes “feministas” das maiores empresas cotadas na Bolsa de Paris -

TODAS IGUAIS, MAS UMAS MAIS IGUAIS QUE AS OUTRAS

As redes “feministas” das maiores empresas cotadas na Bolsa de Paris

Edição 161 | França
por Maïlys Khider e Timothée de Rauglaudre
1 de dezembro de 2020
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Tão discreta quanto eficaz, a atuação de redes patronais permitiu a adoção em 2011 de uma lei que impõe a quase paridade entre os gêneros nos conselhos de administração das grandes corporações francesas. No entanto, a influência das mulheres de negócios sobre o governo afasta as associações feministas, enquanto seu ativismo permite a multinacionais pouco preocupadas com os direitos trabalhistas dourar sua imagem

No dia 2 de dezembro de 2016, no Centro Internacional de Deauville, Emmanuel Macron apresentava em inglês seu programa para a igualdade entre mulheres e homens. “Permitir que as mulheres tenham acesso à liderança nos negócios ou na política é absolutamente essencial.” Na plateia, uma maioria composta por mulheres de negócios e da vida política. …

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