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Confira a resenha dos livros “O homem não foi feito para ser feliz”, de Maurício Mendes;  “O sentido da segunda guerra mundial”, de Ernest Mandel e “/um mapa das ruínas/”, de Vitor Ribeiro-Santos

O HOMEM NÃO FOI FEITO PARA SER FELIZ Maurício Mendes, Mondru Assistimos a um personagem que está à beira de um colapso, o que podemos notar não somente em seu extremo no sentimento de enlutado, mas também porque precisou ser o criador de novos mecanismos para se adaptar a uma dura realidade dos hospitais e demais ambientes da área. Diria que é uma noção de moral, seja na cena de “politicagem” no prólogo ou nas tensões com as acompanhantes, sinalizando um duplo movimento no comportamento de Germano. Ora ele se inclina para juízos de valor, ora entra em questionamentos sobre seu campo de atuação no trabalho, tentando preservar ainda o antigo eu, o recém-formado no curso de Medicina cujo desejo é ajudar os outros. É importante considerar o elemento racial na obra do autor. Em variados trechos, Mendes tece as características de Germano. Consciente de sua posição marginalizada, ele transita…

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