Os desafios do continente africano para os objetivos do milênio
O que fazer e como, para que a África possa seguramente construir seu desenvolvimento social e econômiico?

O que fazer e como, para que a África possa seguramente construir seu desenvolvimento social e econômiico?
As eleições gerais poderiam selar o fim das guerras civis e a reconstituição do Estado congolês. Porém, as riquezas minerais atraem empresas que pressionam por lucros máximos e responsabilidade zeroColette Braeckman
Quatro golpes de Estado, em apenas um ano, voltam a expor os limites de uma “democratização” que gerou pluripartidarismo e alguma liberdade de imprensa, mas não admite alternância no poderJean-Pierre Olivier de Sardan
Quinze anos após o fim da Guerra Fria, mobilizações que se articulam nos fóruns sociais sugerem que o continente pode não estar condenado aos golpes de Estado, “democracias FMI”, emigração e misériaAnne-Cécile Robert
Ao enfrentar pela primeira vez a oposição, o presidente Robert Mugabe joga pesado para conservar o poder, atacando alguns milhares de fazendeiros brancos. Mas essa estratégia pode desestabilizar o paísChristophe Wargny
Alimentada pela renda do “ouro negro”, Angola transforma-se num imenso canteiro de obras. Mas, num país onde a sociedade civil engatinha, será possível construir democracia e distribuir a riqueza?Augusta Conchiglia
A tristeza de todo o país, após a morte do homem que conduziu o processo de independência em 1956, contrastou com a atitude do poder, que usou todos os recursos para manter os cidadãos distantes do “funeral nacional”Kamel Labidi
Silvio Caccia Bava
Com perspectivas promissoras após sua independência, país sofre com golpes e o abandono do projeto de outra concepção de desenvolvimento, baseada nos interesses de sua populaçãoTobias Engel
Os indícios de que uma solução final estava sendo planejada eram claros já em 1993. Mesmo assim, a comunidade internacional fechou os olhos, manteve o apoio ao regime responsável pelo genocídio e retirou a força de paz da ONU durante os massacresColette Braeckman
No mais recente genocídio africano, “conflito étnico” é, de novo, um mito que mascara a realidade. Na raiz dos massacres está a disputa por petróleo, e a omissão calculada dos EUA, China e FrançaGérard Prunier
Menina dos olhos do Ocidente, o Quênia vive uma crise que envolve velhos atores políticos e contrapõe as etnias luo e kikuyo. Mais que uma disputa meramente eleitoral, o conflito é consequência da profunda desigualdade de classes no Leste Africano