A Bauhaus: entre a memória, o revisionismo e a AfD
Vanguarda, holocausto e memória na disputa político-civilizatória

Vanguarda, holocausto e memória na disputa político-civilizatória
Em uma sociedade na qual praticamente todas as esferas da vida tendem a ser mercantilizadas, defender o direito ao brincar significa também defender espaços de experiência que não estejam integralmente subordinados à lógica do consumo
Pensar imagens no contexto do colonialismo de dados e da inteligência artificial implica perguntar que tipo de política está em jogo quando fotos são rotuladas
A eleição do nacionalista ultraconservador Karol Nawrocki à presidência da Polônia revela uma forte polarização política e o avanço da extrema direita. Além disso, a possibilidade de o chefe de Estado utilizar o direito de veto anuncia relações tensas com o primeiro-ministro liberal e europeísta, Donald Tusk, que retornou ao poder em outubro de 2023, mas parece distante das demandas das classes populares
Como não seria disfuncional uma família onde o abuso parental é a normalidade?
Investir em políticas públicas que integram desenvolvimento urbano e conexão social é apenas uma questão de qualidade de vida ou uma necessidade estratégica para o futuro das cidades?
Durante a ditadura militar, de 1964 a 1985, o governo se empenhou em garantir que as “terras devolutas”, habitadas por indígenas e sertanejos sem títulos de propriedade, fossem distribuídas para as grandes empresas, que alavancariam o progresso e o desenvolvimento do país
A automatização da letalidade contra a população Palestina em seu mais alto grau de eficiência destrutiva se traduz em uma verdadeira gestão da morte
A demora na adesão ao REUNI revelou o quanto a democratização do acesso ainda incomodava certos setores, comprometidos com a manutenção de privilégios simbólicos e materiais. De forma contraditória, apesar da resistência de certos setores em Campos, o discurso contra a expansão da universidade não se alinhava completamente com o histórico da UFF Campos
O ponto central, portanto, é político. Por que evitamos dizer “negro”? Por que tantas pessoas negras, com traços negroides, se dizem morenas? E por que tantas pessoas brancas, mas que não se reconhecem como parte da branquitude, também preferem o termo “moreno”? O que se esconde por trás dessa escolha aparentemente inofensiva?
É preciso criar espaço para políticos sem velhos vícios e com ideias modernas, vitalidade e disposição para fazer do Brasil um país diferente do que é hoje, socialmente mais justo, economicamente mais forte, e com desenvolvimento crescente e sustentável