Palavra 16 - Le Monde Diplomatique

LITERATURA

Palavra 16

por Rodrigo Gurgel
2 de fevereiro de 2008
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Um país de não-leitores
Em 2002, um quarto da população brasileira com mais de 10 anos de idade tinha menos de quatro anos de estudos completos: 32 milhões de analfabetos funcionais. Estatisticamente, o brasileiro não estuda, e quem não estuda não lê
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A fantástica fábrica de salsichas
O curso de P. E. também realiza visitas guiadas a editoras. Essa, sim, foi a parte mais empolgante do meu treinamento de agente secreta (com licença, sofro de imaginação galopante): me infiltrar no terreno inimigo e desvendar seu modus operandi
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Sob a luz de Matisse
“O autêntico criador não é apenas um ser dotado, é um homem que soube ordenar em vista de seus fins todo um feixe de atividades, cujo resultado é a obra de arte.” – Henri Matisse
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Os cheiros da terra
Que a terra na França exale um perfume rústico e irresistível quando chove sobre ela, admito com prazer. Mas empenho minha palavra como não é igual ao que inspirei nesta manhã em Guarulhos e experimentei tantas vezes, em inúmeros recantos do país
AquiRodrigo Gurgel

Lucas Murtinho abre nossa 16ª edição com um texto incisivo, no qual analisa a questão da leitura no Brasil. Longe dos paliativos até agora apresentados como solução, Murtinho é claro: precisamos de uma revolução educacional. Sem isso, continuaremos um país de não-leitores. Quando a educação será prioridade entre nós?

Mescla de crônica e artigo, o texto de Simone Campos, deliciosamente irônico, é um convite a se refletir sobre o trabalho dos profissionais que atuam na área editorial. A crítica sarcástica de Campos não diverte apenas, mas nos obriga a pensar. Ainda que muitos, certamente, não aceitem vestir a carapuça.

As reflexões de Henri Matisse, reunidas pelo poeta e crítico de arte Dominique Fourcade, são analisadas por Marco Catalão. Como todo grande artista, que une sabedoria à grandeza, Matisse “quis simplesmente extrair do completo conhecimento da tradição o sentimento depurado e independente da” sua “própria individualidade”.

Na crônica desta semana, Diego Viana fala de suas primeiras impressões ao descer do avião em Guarulhos, para um retorno temporário ao Brasil. Entre cheiros que despertam a nostalgia e um incontrolável estranhamento, o autor se reencontra com São Paulo.

Boa leitura – e até o dia 15 de fevereiro, pois, em respeito aos festejos carnavalescos, não publicaremos Palavra na próxima semana.



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