A Biblioteca universal, de Voltaire ao Google.

Por mais poderoso que seja o ideal que representa, a “república das letras”, que deveria permitir a todos o acesso ao saber e à literatura, é um mito. Terá a internet decretado o fim desse elitismo fantasiado de princípio democrático? O fato de uma empresa privada se encarregar desta missão deixa a resposta em aberto.