As mulheres metalúrgicas no mercado de trabalho
A análise das remunerações considerando a jornada média das mulheres, evidencia que as desigualdades permanecem, mesmo as mulheres possuindo as mesmas jornadas de trabalho dos homens

A análise das remunerações considerando a jornada média das mulheres, evidencia que as desigualdades permanecem, mesmo as mulheres possuindo as mesmas jornadas de trabalho dos homens
Os dados não deixam margem para ingenuidade. O Judiciário brasileiro é estruturalmente homogêneo, socialmente concentrado e racialmente excludente
Do jovem analista de unhas pintadas, blusas floridas, desconstruído, que usa saia ao velho burguês com sotaque de gringo, as histórias são de arrepiar
Quando uma mulher é assassinada por ser mulher, o que se rompe não é apenas uma vida individual, mas o pacto mínimo de convivência que sustenta o próprio conceito de civilização
O feminicídio é a expressão mais extrema do machismo estrutural que organiza a sociedade brasileira. Ele nasce da desigualdade nas relações de poder, da cultura da posse, da naturalização da violência doméstica e do silenciamento das mulheres
O patriarcado é um modelo que impede mulheres de viverem em segurança, impede homens de viverem com afeto e impede crianças de crescerem em ambientes emocionalmente saudáveis. Um sistema que desumaniza mulheres pela opressão e desumaniza homens pela amputação emocional
Casos brutais assistidos em 2025 mostram que estamos longe de alcançar equidade de gênero, mas que a solução passa por todos nós e o primeiro passo é a indignação
No Brasil de 2025, meninas aprendem antes a sobreviver do que a existir. A misoginia se reorganiza, os discursos de ódio se expandem e o feminicídio segue como desfecho anunciado
O que alimenta a exasperação do ódio e a violação do consentimento como parte da propaganda política da extrema direita?
Assédio contra a presidenta mexicana Claudia Sheinbaum é mais um recado emblemático, dirigido a todas nós, de que o espaço público ainda nos quer ausentes, excluídas ou, quando muito, toleradas e sob determinadas condições
A equidade de gênero, se for para ser levada a sério, exige o enfrentamento direto desses três pilares da dominação: o fundamentalismo religioso, o machismo político e a heteronormatividade compulsória
Um conceito de “homem” que valora positivamente a virilidade, a hipersexualidade, a disposição para luta, o machismo, a homofobia e a dominação de aquilo que considera inferior, a utilização da força física e do linchamento aparece como um recurso legitimo de demonstração de força e poder