Airbus, privatização e desastre
Em dificuldades, o maior fabricante de aviões do mundo prepara-se para demitir 10 mil trabalhadores. Na raiz de seus problemas estão a transferência, pelos Estados francês e alemão, do controle sobre a empresa e a emergência de uma lógica de negócios que desprezou o investimento, para se concentrar nos ganhos financeirosFrançois Ruffin

