Petrobras avança na transição energética, mas ainda com cautela
Companhia precisará ir além de sua recente atuação focada na garantia de lucros e dividendos e assumir riscos elevados

Companhia precisará ir além de sua recente atuação focada na garantia de lucros e dividendos e assumir riscos elevados
Capacidade total do parque de refino deve passar de 1.813 mil barris por dia para 2.105 até 2029. Embora a ampliação contribua para o abastecimento nacional, plano atual não traz grandes avanços em relação ao anterior
Petrobras projeta uma diversificação de seu portfólio exploratório, tanto no Brasil quanto no exterior; mas, para que esse avanço seja efetivo, é essencial elevar e acelerar os investimentos exploratórios
Conflitos em torno dos rumos da companhia aparecem com maior vigor
Grupo empresarial favorecido por acordo entre Cade e Petrobras é acusado de concorrência desleal. Estudo da autarquia publicado em 2017, sobre o ambiente concorrencial no setor do refino, rejeitou tese de que a Petrobras praticara preços predatórios e alertava para os riscos de formação de monopólios regionais com a venda de refinarias como a Reman
Análise de dividendos e investimentos, impactos ambientais e impactos econômicos da Petrobras
Potencialidades e desafios da indústria de óleo e gás no contexto global de transição energética, e as especificidades da estratégia da Petrobras nesse cenário
Apesar da criação de uma nova diretoria executiva de Transição Energética e Sustentabilidade, os projetos do setor não têm avançado
O PE 2024-2028+ manteve o conservadorismo do plano anterior, introduzindo poucas mudanças de longo prazo para a estrutura industrial do parque de refino
Embora o investimento no setor de exploração e produção tenha aumentado no plano atual, a redução da sua participação em relação ao total demonstra uma tendência da companhia de diversificar o seu portfólio investindo em outros segmentos
Primeiro plano estratégico da gestão Jean Paul Prates expressa as atuais contradições e disputas em torno do papel da Petrobras
A política energética e o abastecimento nacional de combustíveis dizem respeito à segurança nacional e ao interesse coletivo e a sua coordenação política é essencial para a articulação com o desenvolvimento nacional