Desigualdade também é uma escolha
Brasil pode ter papel central na criação de um painel científico internacional capaz de transformar o conhecimento sobre desigualdades em melhores políticas públicas

Brasil pode ter papel central na criação de um painel científico internacional capaz de transformar o conhecimento sobre desigualdades em melhores políticas públicas
Construído pelas comunidades de terreiro, o 2º Seminário Jeholu de Políticas Públicas e Cultura das Tradições de Matrizes Africanas, que acontece entre os dias 11 e 14 de agosto em São Paulo, busca fortalecer sua capacidade de incidência política, ampliar o diálogo entre diferentes territórios e afirmar que seus conhecimentos precisam ocupar lugar central nas decisões que moldam o futuro do país
O erro mais comum de quem critica o Bolsa Família é tratá-lo como um simples repasse de dinheiro
Dados não são suficientes para mobilizar a transformação social. Não que eles não sejam importantes, pelo contrário, mas é no resgate das humanidades perdidas por detrás dos numerais que estão as sementes de empatia férteis o suficiente para fazer brotar a resistência em nossas comunidades
O Brasil precisa aprimorar a investigação e a responsabilização dos autores de violência contra pessoas LGBTQIA+
Quando uma criança deixa de brincar, não perde apenas uma brincadeira. Perde uma forma de existir
É indispensável que o Congresso Nacional aprove uma lei complementar para regulamentar a destinação futura dos recursos dos Fundos de Combate à Pobreza
Experiências latino-americanas mostram o potencial do reconhecimento do trabalho sociocomunitário, da participação popular e da territorialização das políticas para fortalecer processos de organização coletiva
A necessidade habitacional no país por urbanização do estoque autoconstruído é mais expressiva do que a de provisão de novas unidades
O Bolsa Família não substitui o trabalho. Opera como dispositivo de proteção social, segurança alimentar e transição de renda em uma economia que produz pobreza mesmo entre quem trabalha
O caso do Césio-137 – anterior à Constituição de 1988 – já evidenciava uma desconexão entre regulação setorial, fiscalização urbana e gestão de riscos, impedindo a identificação tempestiva de um ativo perigoso inserido no tecido urbano
Será que as políticas públicas estão, de fato, funcionando para mudar os reais motivos que levam à situação de rua ou estão apenas respondendo às emergências?