“Severino, me ajuda aqui!”
A imagem retoma Gilberto Freyre em Casa-Grande & Senzala. À sombra de flamboyants, os meninos, todos negros ou mulatos, puxam cavalos para deleite do “senhozinho”. A sociedade patriarcal brasileira está ali sintetizada sem que ninguém se dê conta. As crianças dos dois lados são exploradas.Pollyanna Brêtas

