Era uma vez em Hollywood…
A constatação a que chega Žižek é que a queda da China nos obrigará a “reinventar o comunismo baseado na confiança nas pessoas e na ciência”

A constatação a que chega Žižek é que a queda da China nos obrigará a “reinventar o comunismo baseado na confiança nas pessoas e na ciência”
Percebe-se no documento Sopa de Wuhan, assinado por intelectuais badalados como David Harvey, Slavoj Zizek e Alain Badiou, além de um eurocentrismo cujos graves limites de análise são inversamente proporcionais à sua aceitação no seio da esquerda brasileira, um retorno a teses que relacionam o regime chinês a um “despotismo oriental” que um dia ocupou as visões distorcidas de Aristóteles, Voltaire e Wittfogel. Novo artigo do Observatório da Economia Contemporânea demonstra certa perplexidade sobre o esforço de todos desses pensadores em exilar a China como parte fundamental do mundo pós-pandemia