Skip to content
7 Comentários
Inline Feedbacks
View all comments
Max Rocha
10 de outubro de 2023 19:08

Posição muito coerente, professor. Eu mesmo tenho procurado elementos para entender este imbróglio.

Gian B
10 de outubro de 2023 19:26

Antes de tudo, só pra situar os que pensam que qualquer comentário discordante é “falta de letramento”: sou doutorando em Humanidades e minha pesquisa é em Imagem, Violência e Colonização… É curioso como o texto acessa a superficialidade e o lugar comum para apenas acusar a esquerda de anti-semitismo, mas não propõe nenhuma reflexão para além do jogo de oposições viciante das redes sociais (esquerda x direita). E ainda cita Hannah Arendt, não situando o leitor sobre as razões do que ele chama de esquerda ser crítica à vida pública da autora que em 1957, publicou textos em apoio à segregação racial no Sul dos EUA. Hannah Arendt tinha pensamentos nocivos de supremacia branca europeia que validaram linchamentos e a segregação racial americana, ou seja, quanto a isso, seu pensamento era cúmplice da máquina de matar que criou e mantém o estado de coisas, seja na Maré, seja na Palestina, cujo nome é racismo. Racismo. Eu teria problemas de consciência se fosse citá-la em um texto que tenta performar solidariedade às mães judias e palestinas que ainda choram com tudo o que está acontecendo.

Antonio Valvo
11 de outubro de 2023 15:45

Parabéns professor. Foi a análise mais lúcida, sensata, inteligente, e “sem torcida”, que já vi no Brasil sobre o tema.

Tiago de Lopez
14 de outubro de 2023 22:28

Extremamente enviesada a análise com o objetivo de atacar a esquerda. Estamos vendo um Estado que durante 75 anos massacra o povo palestino, expande seu território e vemos o genocidio palestino. Os discursos OFICIAIS do governo é em exterminar todo o povo palestino. Sinceramente achei que o LeMonde poderia mais

Paulo Souza
15 de outubro de 2023 12:27

A discusão acadêmica é longa e necessária. Eu, do meu lado, tenho por princípio apenas estar sempre na defesa do oprimido. Sobre qualquer pretesto que seja, aniquilar um povo é crime qualificado: genocídio.

Emiliano Aquino
25 de outubro de 2023 23:37

Que nível intelectual baixo para um doutorando de Sociologia na UFC! Que argumentação rasteira! Que tolice chamar os quem combatem Israel de antissemita. Que vergonha!

Thom Carneiro
4 de novembro de 2023 22:14

Texto extremamente lúcido e esclarecedor. Parabéns . Varios comentários “criticos” de leitores confirmam o que eu chamaria de “fanatização de posicionamento”, com uma argumentação agressiva que se reduz a reiterar a teimosia “ideológica”, o que aliás é exatamente o tema do texto, texto este que contém as respostas a todas as criticas feitas. Quanto a Hanna Arendt, existe de fato um (único) texto controverso dela sobre a segregação racial em uma escola nos USA, mas daí a construir uma suposta convicção de supremacia branca é um longo caminho, além de não ser o tema aqui. O irritante é essa arrogância de superioridade moralista da esquerda radical, que acaba usando o mesmo discurso de ódio da direita radical e a mesma distorção cognitiva. E que não vê nenhum problema em se alinhar com a narrativa de paises da extrema direita totalitária, como o Irã fundamentalista, as ditaduras e monarquias absolutistas árabes e até mesmo a Turquia, essa sim responsável por um verdadeiro genocidio. Sim, o antisemitismo de esquerda existe e é feroz.

COPYLEFT © LE MONDE DIPLOMATIQUE

Desenvolvido por: Prima Estúdio

AcessarAssine