“Revoluções” à moda do Leste
Uma radiografia das revoltas populares que derrubaram governos autoritários na Europa Oriental e Ásia Central – mas colocaram no poder outros setores das elites e não asseguraram a liberdadeVicken Cheterian

Uma radiografia das revoltas populares que derrubaram governos autoritários na Europa Oriental e Ásia Central – mas colocaram no poder outros setores das elites e não asseguraram a liberdadeVicken Cheterian
Evo Morales, indígena e de esquerda, pode vencer as eleições para Presidência, em dezembro. Que movimentos sociais permitiram este avanço. Quais seus pontos de unidade e divergência. Como um novo governo poderia enfrentar os dramas do país mais pobre da América do SulMaurice Lemoine
É fácil identificar os motores que impulsionam tantos países a cobiçar poder atômico: ordem internacional regida pela força, deslocalização industrial e redes internacionais de traficantesGeorges Le Guelte
As deformações dos EUA sobre os “planos nucleares” de Teerã fazem lembrar o caso das “armas de destruição de massa” do Iraque. Suspeita: Washington estaria interessada em criar um oligopólio ocidental de produção de energia?Cyrus Safdari
É hora de exigir que o ICANN, administrador da rede, deixe de depender de Washington – e se transforme num organismo independente ligado às Nações UnidasIgnacio Ramonet
Por trás de propostas debatidas sem alarde na OMC e União Européia, está uma nova tentativa de estimular a concorrência entre os trabalhadores, em favor do capital. Ainda é tempo de resistirBernard Cassen
Oscilante entre uma aliança com Washington e uma aproximação com a China e a União Européia, o Kremlin continua perdendo espaço na cena internacional. Haverá sabedoria para aproveitar novas oportunidades que se abrem?Laurent Rucker
Um mosaico da Rússia de Putin, onde o poder esconde as políticas de concentração de riquezas por trás de uma retórica nacionalista e de guerra. Diante da impotência da oposição, surgem novos movimentos sociaisCarine Clement
O Japão é o novo alvo de investimentos das grandes empresas chinesas. Motivada pela busca de tecnologia, compra de empresas nipônicas começou há quatro anos, cresceu 400 vezes e desperta temores no arquipélagoOdaira Namihei
Um ano após a morte do líder palestino, voltam a crescer – inclusive na imprensa de Israel – especulações e indícios segundo as quais ele teria sido envenenado por TelaviveAmnon Kapeliouk
Embora mais pacientes que os EUA, França, Alemanha e Reino Unido seguem a mesma lógica, ao pressionarem o Irã: considerá-lo “Estado hostil” e impedir que desenvolva qualquer capacidade nuclear — mesmo se civil e autorizada pelo TNPCaroline Pailhe
A história do Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP) revela: por jamais cumprirem as cláusulas que prevêem seu desarmamento, e por buscarem uma ordem abertamente desigual, as cinco grandes potências nucleares estimulam na prática a corrida rumo às armas atômicasGeorges Le Guelte