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No Iraque, a dança do sabre entre Estados Unidos e Irã

por Gilbert Achcar
31 de janeiro de 2020
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A febre baixou entre Washington e Teerã, mas os enfrentamentos podem reacender a qualquer momento por causa das manifestações no Irã, do calendário eleitoral norte-americano, do estado de desenvolvimento do programa nuclear da República Islâmica… ou simplesmente porque a rivalidade oferece fundamentos que organizam os dois países

Seja em sua versão moderna, com sabres de luz, seja em sua versão arcaica, com cimitarras nos países árabes do Golfo, o combate coreografado tem este paradoxo: trata-se de um desafio entre supostos inimigos que requer um bom entendimento entre os protagonistas. Uma fração significativa da opinião pública árabe acredita que as relações conflituosas entre os Estados Unidos e o Irã no Iraque inscrevem-se nesse paradoxo. Para aqueles que sofrem de “conspiracionite”, tudo não passa de um acordo secreto entre as duas partes; para os mais realistas, trata-se de um confronto do qual ambos se beneficiam e que, portanto, têm interesse em perpetuar.

Mantendo a tensão, os Estados Unidos garantem a lealdade de seus protetorados regionais e continuam a lhes vender seus bilhões de dólares em armas. A Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos foram respectivamente o segundo e o quarto maior importadores de armas entre 2013 e 2017, e o primeiro e o terceiro maiores importadores de armas dos Estados Unidos em 2018; no mesmo ano, a Arábia Saudita se manteve como o terceiro país do mundo em gastos militares, logo após os Estados Unidos e a China, de acordo com o Stockholm International Peace Research Institute (Sipri). Para o Irã, a continuidade das tensões permite consolidar o domínio da ala ideológica mais rígida do regime, cuja espinha dorsal é composta pelo complexo econômico-militar do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica, os pasdaran (“guardiões”).

É preciso reconhecer que as suspeitas árabes não são infundadas. A história das relações entre os Estados Unidos – especialmente sob as administrações republicanas – e a República Islâmica do Irã, desde seu nascimento, há quarenta anos, dá motivos para preocupações. A posse de Ronald Reagan, em 20 de janeiro de 1981, foi saudada em Teerã pelo fim da tomada de reféns na embaixada dos Estados Unidos. O jornalista Seymour Hersh revelou, dez anos depois, que a equipe de Reagan negociava desde 1980 o fornecimento de armas ao poder iraniano, efetivado logo após a posse do novo presidente, com a cumplicidade de Israel.1 Isso foi apenas um aperitivo do fornecimento de armas que seria realizado entre 1985 e 1986, um escândalo que viria a público com o caso que ficou conhecido como Irãgate: o governo Reagan vendeu armas ao Irã, por intermédio de Israel, e entregou ilegalmente os recursos provenientes da venda à guerrilha contrarrevolucionária da Nicarágua.

Para os Estados Unidos e para Israel, a lógica óbvia era prolongar a guerra entre o Irã e o Iraque, iniciada por este último em 1980. Até ser esmagado pelos Estados Unidos, em 1991, o Iraque seguiu sendo o principal inimigo do Irã. Em 1981, a Força Aérea israelense, aproveitando a entrada do Iraque na guerra, destruiu o reator nuclear que a França estava construindo para Saddam Hussein. Quando a maré mudou, em 1982, e o Iraque se viu em dificuldades, os Estados Unidos ficaram contentes com o apoio da França ao regime de Saddam Hussein, a qual emprestou combatentes retirados da frota aérea da Marinha francesa. Com o Irã em desvantagem, as vendas de armas em 1985-1986 ajudaram a restaurar o equilíbrio de um conflito que terminaria em 1988 com um empate entre dois países extenuados.

O governo de George H. W. Bush teve, é verdade, o cuidado de não derrubar o regime de Saddam Hussein em 1991, temendo que o Irã preenchesse o vácuo político assim criado. A estratégia de estrangulamento dos dois países continuaria na forma da “dupla contenção” dos anos 1990, por meio de embargos e sanções. Esse equilibrismo teria fim, no entanto, sob a presidência de George W. Bush. Ao invadir o Iraque em 2003, o governo Bush II colocou o lobo entre as ovelhas da forma mais direta possível: permitiu que voltassem ao país os membros exilados dos dois principais partidos confessionais xiitas iraquianos ligados ao Irã, o partido islâmico Dawa (“Propagação da religião”) e a Assembleia Islâmica Suprema do Iraque (Isci).

Esse foi o início de uma longa colaboração semidireta entre os Estados Unidos e o Irã em solo iraquiano. Os dois partidos xiitas pró-iranianos foram instalados no comando do Iraque pela ocupação norte-americana. Ambos estavam representados no conselho de governo criado em 2003 e fariam parte, depois de todos os governos provisórios, até do governo “permanente” criado em 2006. Desde 2005, todos os governos iraquianos foram presididos por um membro de uma das duas formações: Ibrahim al-Jaafari (2005-2006), Nouri al-Maliki (2006-2014) e Haidar al-Abadi (2014-2018), todos membros do partido Dawa, seguidos em outubro de 2018 por Adel Abdel-Mahdi, ex-membro da Isci, que participou de todas as instâncias governamentais criadas pela ocupação desde 2003.

A mudança de estratégia das autoridades de ocupação após 2006, que consistiu em contar com o apoio das tribos árabes sunitas na luta contra o Estado Islâmico do Iraque, precursor direto do Estado Islâmico, não permitiu contrabalançar a dominação dos partidos ligados ao poder iraniano, ainda mais quando essa dominação foi legitimada pelo sistema político e eleitoral confessional que as mesmas autoridades de ocupação implantaram, inspirando-se no modelo libanês. Os árabes sunitas iraquianos constituíram, junto com ex-membros do Partido Baath e das forças especiais de Saddam Hussein, um terreno fértil para que grupos que lutavam contra a ocupação norte-americana fizessem seu recrutamento; mas eles começaram a temer a partida das tropas dos Estados Unidos, vistas como um contrapeso insubstituível à dominação dos partidos xiitas do Irã.

 

Washington pediu resgate

O principal arquiteto dessa forte influência dos auxiliares do poder iraniano sobre o Iraque foi o general Qassim Suleimani, chefe do corpo de intervenção externa dos pasdaran, a força Al-Quds (“Jerusalém”, em árabe e farsi), assassinado pelos Estados Unidos no dia 3 de janeiro, em Bagdá. Ele era normalmente descrito como o procônsul do Irã nas províncias árabes de seu império regional. Depois de um longo tempo limitadas ao Hezbollah libanês (oficialmente fundado em 1985), as tropas auxiliares do Irã tiveram um desenvolvimento considerável no Oriente Médio árabe graças, primeiro, à invasão do Iraque e, em seguida, ao atolamento da Síria e do Iêmen na guerra civil, a partir de 2012 e de 2014, respectivamente. O Irã chegou a controlar, por meio de auxiliares locais, um eixo geopolítico que vai da fronteira ocidental ao Mediterrâneo, incluindo os três países dessa área: Iraque, Síria e Líbano.

A reputação de grande estrategista que cercava Suleimani é, porém, um tanto exagerada. Ele não obteve a vitória em nenhuma das guerras que supervisionou. O domínio iraniano no Iraque foi garantido pela gentil colaboração dos Estados Unidos. A intervenção na Síria, a partir de 2013, sob o comando de Suleimani, das forças confessionais xiitas provenientes do Líbano e do Iraque, bem como de outros elementos recrutados entre os refugiados afegãos xiitas no Irã só conseguiu garantir temporariamente o poder de Bashar al-Assad. Dois anos depois, o regime estava novamente em apuros, e o próprio Suleimani precisou pedir ajuda à Rússia.2

Quando o Estado Islâmico cruzou a fronteira entre a Síria e o Iraque, no verão de 2014, conseguindo tomar uma parte considerável do território iraquiano, a debandada das tropas do governo de Bagdá dominado pelo Irã quase pôs tudo a perder. Temendo que os jihadistas chegassem à capital, o Iraque pediu, com o apoio do Irã, o retorno das tropas norte-americanas. Estas combateram o Estado Islâmico em solo iraquiano, colaborando com as Unidades de Mobilização Popular – conjunto de forças paramilitares dos partidos árabes xiitas concebido como o equivalente iraquiano dos pasdaran – e com as forças do Curdistão iraquiano, paralelamente à colaboração com as forças árabe-curdas também contra o Estado Islâmico na Síria.

Foi por meio do braço direito iraquiano de Suleimani, conhecido pelo pseudônimo de Abu Mehdi al-Muhandis, oficialmente o número dois das Unidades de Mobilização Popular – porém mais prestigiado que o número um oficial –, que o Irã liderou essas milícias. Al-Muhandis foi assassinado junto com Suleimani no dia 3 de janeiro. Seu itinerário é revelador. Membro do partido Dawa, ele se refugiou no Irã logo após a vitória da Revolução Islâmica, lutando nas fileiras iranianas contra seu próprio país durante a guerra iniciada pelo Iraque em 1980. Engajado nas operações estrangeiras dos pasdaran, organizou os atentados às embaixadas da França e dos Estados Unidos no Kuwait em 1983, quando esses países apoiavam o Iraque.3

De volta ao Iraque em 2003, ele foi nomeado conselheiro de segurança do primeiro-ministro Al-Jaafari e, em seguida, eleito para o Parlamento, em 2005, enquanto criava e dirigia o Kataeb Hezbollah (“Brigadas do partido de Deus”), com o apoio iraniano. Quando seus reveses se tornaram evidentes, em 2006, as autoridades da ocupação descobriram (ou se lembraram oportunamente) que Al-Muhandis havia organizado os ataques no Kuwait. Ele precisou mais uma vez fugir para o Irã, de onde só retornou oficialmente após a retirada das tropas norte-americanas em 2011.

A colaboração entre norte-americanos e iranianos no Iraque, com a ajuda dos iraquianos fiéis ao Irã, continuou sem maiores incidentes sob a presidência de Trump. Este nunca expressou o desejo de acabar com a presença de tropas norte-americanas no Iraque – e por boas razões. Na verdade, Trump adere de forma muito mais franca do que seus antecessores ao princípio que consiste em envolver as forças dos Estados Unidos apenas onde há um interesse evidente: não na Síria, ao lado das forças curdas, nem no Afeganistão, mas certamente junto às monarquias petrolíferas do Golfo, que cobrem (muito amplamente) o custo da presença dos Estados Unidos em seu território, e certamente no Iraque.

(Imagem: Christian Lopez )
O choque do levante iraquiano

Como afirmou muitas vezes durante sua campanha presidencial de 2016, Trump acredita que os Estados Unidos devem assumir o controle dos recursos petrolíferos do Iraque para compensar o esforço de guerra que ali fizeram durante anos. É essa mesma lógica que o faz responder agora ao governo iraquiano que suas tropas não deixarão o país a menos que isso seja bem pago. No entanto, é o Iraque que teria o direito de exigir uma indenização por perdas e danos diante da devastação causada pelo poder norte-americano, isso sem falar dos bilhões de dólares que evaporaram sob a ocupação.4

Dois elementos explicam a deterioração, nos últimos meses, das relações entre os Estados Unidos e o Irã no Iraque. O primeiro deles é o aumento considerável da pressão econômica exercida sobre o Irã pelo governo Trump desde a rejeição, em maio de 2018, do acordo de 2015 sobre a questão nuclear iraniana. O governo iraniano respondeu atacando os aliados sauditas dos Estados Unidos por intermédio dos hutis iemenitas – uma intermediação real ou suposta, como no bombardeio de instalações de petróleo sauditas em 14 de setembro de 2019, por drones e mísseis de cruzeiro.5 A fraca reação de Trump alarmou a Arábia Saudita.

O segundo elemento é uma ameaça mais direta. De acordo com uma pesquisa da agência Reuters junto a comandantes das Unidades de Mobilização Popular e a autoridades de segurança iraquianas, Suleimani se reuniu em Bagdá, em meados de outubro, com os líderes das milícias aliadas ao Irã na presença de seu braço direito iraquiano, Al-Muhandis.6 Isso se deu no contexto da revolta iniciada em 1º de outubro pelos xiitas iraquianos contra o domínio iraniano e seus aliados corruptos do Parlamento e do governo.7 A revolta certamente foi um grande choque para o Irã e particularmente para Suleimani, colocando em questão o domínio iraniano sobre o Iraque por meio de alianças confessionais.

O objetivo da reunião de outubro teria sido chegar a um acordo sobre uma série de operações não reivindicadas contra a presença dos Estados Unidos no Iraque, para as quais o Irã já havia entregado recursos militares adequados. “O plano de Suleimani […] pretendia provocar uma resposta militar, para desviar contra os Estados Unidos a cólera popular crescente.”8 A explosão de protestos populares contra o regime teocrático no próprio Irã, em meados de novembro, só poderia aprofundar a necessidade, por parte deste, de uma manobra diversionista.

O recrudescimento dos ataques realizados em dezembro pelas forças pró-iranianas no Iraque contra a presença norte-americana atingiu um pico no dia 27, quando cerca de trinta mísseis caíram em uma base iraquiana próximo a Kirkuk, matando dois contratados norte-americanos e ferindo outros três, além de dois iraquianos. Dois dias depois, os Estados Unidos responderam pesado, bombardeando uma base do Kataeb Hezbollah, o que matou mais de 25 milicianos e feriu outras dezenas. A marcha estava bem engatada. O ataque de 31 de dezembro realizado pelo Kataeb Hezbollah contra a embaixada dos Estados Unidos no chamado perímetro da “zona verde” em Bagdá, porém protegido pelas tropas oficiais iraquianas, levou a irritação de Trump ao máximo.

A perturbadora lembrança do cerco à embaixada em Teerã em 1979-1981 e, ainda mais, do ataque aos prédios diplomáticos dos Estados Unidos em Benghazi, na Líbia, em setembro de 2012, que resultou na morte do embaixador e de outras autoridades norte-americanas e cuja responsabilidade foi atribuída – sobretudo pelo próprio Trump – ao presidente Barack Obama e à sua secretária de Estado, Hillary Clinton, certamente levaram o presidente dos Estados Unidos a reagir com força. Ele decidiu atacar diretamente no topo, ordenando a liquidação de Suleimani e Al-Muhandis.

O regime iraniano respondeu a esse assassinato de uma maneira muito moderada, com o lançamento de mísseis balísticos contra a base de Al-Assad e outras instalações, sem fazer vítimas. Logo se soube que as tropas norte-americanas haviam sido avisadas da iminência do ataque.9 O que não se sabe ao certo é a fonte do aviso. Seja como for, o Irã não podia ignorar o fato de que o uso de mísseis balísticos, em vez de mísseis de cruzeiro ou drones, provavelmente facilitaria a preparação das tropas norte-americanas. Assim, a operação apareceu como uma maneira de ambos os lados manterem as aparências, evitando o prosseguimento de uma escalada de guerra, pelo menos até segunda ordem.

É verdade que o Irã perdeu, na pessoa de Suleimani, um chefe militar de grande prestígio e valiosa experiência. Mas seu funeral, organizado em uma escala maior que o do aiatolá Ruhollah Khomeini, em 1989, foi a oportunidade para uma enorme campanha de exaltação do nacionalismo iraniano. Os líderes da oposição interna e até partidários da monarquia derrubada em 1979 aderiram a essa união sagrada.10 Mas a confusão do Irã com o avião civil ucraniano abatido por engano pelos pasdaran (176 mortos) reacendeu um protesto antirregime que, embora esteja longe de se equiparar à mobilização em torno do funeral do chefe das forças Al-Quds, tem o mérito de enfrentar a repressão.

O que a mobilização anti-Estados Unidos não conseguiu sufocar, porém, foi a revolta, que coloca Irã e Estados Unidos lado a lado. A maioria da população iraquiana está chocada com o modo como a soberania do país é constantemente desrespeitada por dois Estados que pretendem, tanto um como outro, dominá-lo, transformando-o em campo de batalha. Para o futuro do Iraque, o surgimento do protesto popular que ignora a clivagem confessional entre xiitas e sunitas provavelmente continuará sendo o evento mais decisivo até agora.

 

*Gilbert Achcar é professor da École des Études Orientales et Africaines [Escola de Estudos Orientais e Africanos], da Universidade de Londres. Autor, entre outras obras, de Symptômes morbides. La rechute du soulèvement arabe [Sintomas mórbidos. A recaída da rebelião árabe], Actes Sud, Paris, 2017.

 

1 Seymour Hersh, “US said to have allowed Israel to sell arms to Iran” [Estados Unidos afirmam ter permitido que Israel vendesse armas ao Irã], The New York Times, 8 dez. 1991.

2 Laila Bassam e Tom Perry, “How Iranian general plotted out Syrian assault in Moscow” [Como general iraniano planejou, em Moscou, o ataque na Síria], Reuters, 6 out. 2015.

3 No mesmo ano, ocorreram no Líbano ataques atribuídos ao Irã contra as tropas francesas e norte-americanas e contra a embaixada dos Estados Unidos.

4 James Risen, “Investigation into missing Iraqi cash ended in Lebanon bunker” [Investigação sobre dinheiro iraquiano desaparecido termina em bunker no Líbano], The New York Times, 12 out. 2014.

5 Michelle Nichols, “UN investigators find Yemen’s Houthis did not carry out Saudi oil attack” [Investigadores da ONU descobrem que hutis do Iêmen não realizaram ataques às instalações sauditas], Reuters, 8 jan. 2020.

6 “Inside the plot by Iran’s Suleimani to attack US forces in Iraq” [Por dentro da trama do iraniano Suleimani para atacar as forças norte-americanas no Iraque], Reuters, 4 jan. 2020.

7 Ler Feurat Alani, “Les Irakiens contre la mainmise de l’Iran” [Iraquianos contra o domínio do Irã], Le Monde Diplomatique, jan. 2020.

8 “Inside the plot by Iran’s Suleimani to attack US forces in Iraq”, op. cit.

9 Qassim Abdul-Zahra e Ali Abdul-Hassan, “US troops in Iraq got warning hours before Iranian attack” [Tropas dos Estados Unidos no Iraque receberam aviso horas antes do ataque iraniano], Associated Press, 13 jan. 2020.

10 Rohollah Faghihi, “Killing Suleimani has united Iranians like never before” [Assassinato de Suleimani uniu os iranianos como nunca], Foreign Policy, Washington, 6 jan. 2020; Luis Lema, “Ardeshir Zahedi, ancien conseiller du chah: ‘Ghassem Suleimani était le sang de l’Iran’” [Ardeshir Zahedi, ex-conselheiro do xá: “Ghassem Suleimani era o sangue do Irã], Le Temps, Lausanne, 6 jan. 2020.



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