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Nilton de Lima
22 de novembro de 2023 15:07

A Constituição do Estado de Minas Gerais é clara no sentido de exigir que a população seja previamente ouvida sobre a privatização de qualquer empresa pública, bem como estabelece procedimentos prévios para a mesma, sem os quais há inegável nulidade. A Assembleia tem o dever moral de barrar essa entrega do patrimônio público aos capitalistas de plantão que, por evidente, estão num orgasmo intermitente.

Ferreira de Assis
22 de novembro de 2023 19:17

Monopolizar a prestação de um serviço é sempre ruim, não importa se o monopólio é privado ou estatal, o resultado é inevitavelmente uma queda na qualidade visto que o consumidor não tem outra escolha. O correto seria abrir esse mercado para ampla concorrência, como acontece com a companhias telefônicas, negociando diretamente com o consumidor para que ele tenha liberdade de escolher quem vai prestar o serviço.

Jocelio Silva.
23 de novembro de 2023 08:43

Então quer dizer q a privatização é o fator q pode trazer desigualdade e pobreza. Não é o contrário? Afinal o q vemos é um bando de conselheiros, presidentes,surpreendentes diretores,subdiretores, várias diretorias,e etc, todos com salários astronômicos nessas estatais e os mais pobres estão sendo muito bem atendidos. É brincadeira a análises desses especialistas. Privatização tudo governador Zema, eu disse tudo.

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