Poder político e institucional de militares permanece
Sessenta anos de um aparelho repressivo violento que se molda, quase se desfaz; mas se reorganiza na manutenção da ordem brasileira

Sessenta anos de um aparelho repressivo violento que se molda, quase se desfaz; mas se reorganiza na manutenção da ordem brasileira
Se foi conveniente para a disputa eleitoral e continua sendo para sensibilizar parte da sociedade em defesa de um governo que busca ser o mais amplo possível, a polarização com o bolsonarismo não é o melhor caminho para a reconstrução de um campo progressista com vigorosas raízes populares
Investigações da Polícia Federal revelam uma trama golpista no governo Bolsonaro envolvendo diversos militares e chamam a atenção para o mais persistente problema da história política brasileira: o intervencionismo das Forças Armadas
O impressionante poder das redes sociais se afirmou mais uma vez na preparação do ato bolsonarista de domingo, dia 25 de fevereiro, na Avenida Paulista, em São Paulo
Seis décadas depois do ano em que a democracia brasileira caiu, o presidente Lula fala sobre a sobrevivência da Nova República, frente aos ataques da nova cara do golpismo
Analisar a militarização das escolas formadoras das infâncias e juventudes requer pensar as implicações desse processo para a educação básica, os desdobramentos na formação das novas gerações, seus efeitos para o futuro da democracia e da sociedade e o papel da segurança e da educação, regidas por princípios diferentes e opostos
A estratégia de se projetar como porta-voz da direita liberal e conservadora é algo novo na história do PL. Sigla tem muito a agradecer ao bolsonarismo
Leia o artigo inédito de Alysson Leandro Mascaro, publicado no livro “Brasil sob escombros: desafios do governo Lula para reconstruir o país”, lançamento da editora Boitempo
Desde a derrota de Bolsonaro nas urnas, os evangélicos têm procurado mudar de tom
Os dados do relatório “Dinamite Pura” indicam que a política mineral é um dos grandes desafios de governabilidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Não será possível cumprir as metas de desmatamento zero e de redução das emissões de gases que provocam a emergência climática sem retomar a governança sobre o setor mineral
Fascistas não são intérpretes legítimos do texto constitucional, pois sua posição ideológico-política os desautorizam em interpretar e sistematizar para si hoje o que mais estimam destruir: a democracia constitucional. No constitucionalismo brasileiro, então, não deve haver lugar para uma interpretação autoritária do texto constitucional
A direita autoritária cabe perfeitamente no figurino da cordialidade. Ela revela e exacerba os desejos antidemocráticos, aquilo que os brasileiros podem ter de pior e que denota a única ferramenta de que dispõem para existir em sociedade: a distinção