Quando o patrimonialismo e o ressentimento branco chegam ao judiciário, o pacto narcísico da branquitude passa a agir
Enquanto muitos ouviam “que seriam os próximos das famílias”, outros não sabiam nem que poderiam ter O direito de sonhar. Agora, aqueles que não tinham sequer “o direito de sonhar”, ocupam as vagas daqueles que tinham certeza do “espólio patrimonial” material e simbólico do Estado

