Brasília é cenário de romance que se passa no ano 2060
Relatório máquina-máquina é o primeiro romance de L.K. Nogueira. A obra é uma prosa experimental e afiada que imagina um Brasil distópico

Relatório máquina-máquina é o primeiro romance de L.K. Nogueira. A obra é uma prosa experimental e afiada que imagina um Brasil distópico
Os crimes de Israel serão varridos para debaixo do tapete, mas essa não é a pior notícia. A nova proposta de Trump para a “paz” na Palestina anima alguns líderes mundiais, mas chega tarde e é recebida com grande desconfiança pelos palestinos
Os recentes casos brasileiros de intoxicação por bebidas alcoólicas são o retrato de práticas comerciais e sanitárias bastante negligentes ou até predatórias, que parecem assolar o mercado. Frente a situação, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) de São Paulo, comentou em um tom de “brincadeira” infeliz que “No dia em que começarem a falsificar Coca-Cola, eu vou me preocupar”. A verdade, governador, é que grandes empresas agem com falsidade ou omissão a muito tempo
Romance de estreia de L. K. Nogueira reúne fragmentos de um mundo distópico recriados por uma inteligência artificial
Como uma indústria que praticamente nunca entra em crise, mas, pouco a pouco, penetra não apenas no imaginário feminino, mas literalmente nos corpos das mulheres, pode ser vista como uma celebração do empoderamento feminino, e não como um filme grotesco de body horror?
Resenha do segundo romance do escritor Max Telesca, 2047: A Revolução dos Dementes
Somente a partir de um lugar de privilégio social, de segurança sanitária e de pleno acesso a recursos de saúde é possível pensar em relaxar regras de isolamento, retomar a atividade comercial e negar o risco de morte a que a maior parte da população está exposta. Mais do que isso, é observando a lógica de descartabilidade de determinadas vidas em prol do mercado que opera o Estado
O mundo que se verá combinará o Admirável mundo novo no Hemisfério Norte com 1984 no Hemisfério Sul
O atual governo tenta reeditar 1964 – ao pedir que o golpe fosse comemorado como revolução no último dia 31 de março -, como no livro 1984 de George Orwell, em que o personagem Smith deveria falsificar registros históricos para criar um passado de acordo com os interesses do governo.