Entre a autodeterminação nacional e a herança do colonialismo
A ajuda externa pode tanto aliviar quanto aprofundar os problemas estruturais do país, destacando alternativas para uma cooperação verdadeiramente emancipatória

A ajuda externa pode tanto aliviar quanto aprofundar os problemas estruturais do país, destacando alternativas para uma cooperação verdadeiramente emancipatória
Este texto se opõe às soluções apresentadas pelo multilateralismo institucional e aponta para a necessidade de protagonismo do Sul Global com o Haiti, país que simboliza um território cujas lutas anticoloniais e antirracistas constituíram verdadeiros marcos revolucionários da história da humanidade
Problematizar o uso do termo “Estado falido” é mais do que uma disputa semântica. Trata-se de uma batalha por narrativas que envolve reconhecimento político
Depreende-se da análise do Movimento Constitucional Haitiano a existência de uma série de dispositivos que vão conferir alinhamento com os marcos do constitucionalismo moderno/colonial, mas ao mesmo tempo singularizar a experiência constitucional haitiana no que tange à superação da colonização, da escravidão e do racismo. Confira no sétimo artigo da série Haiti em foco.
Sexto artigo da série Haiti em foco discute os limites do multilateralismo a partir das contradições do Conselho de Segurança das Nações Unidas