Todo mundo odeia a IA
Os investidores só têm olhos para ela; seus arquitetos olham de cima para os chefes de Estado; seu uso se espalha como fogo na pradaria: a inteligência artificial, diz-se, vai transformar a humanidade. Mas a humanidade quer isso? Diante do devorador digital, que exige o sacrifício do emprego, do clima e da vida privada, as resistências se multiplicam. Elas serão capazes de se organizar, enquanto os grandes partidos, obcecados pelas máquinas, olham para outro lado?

