Como defender a democracia sem visão estratégica sobre a comunicação?
Central na sociedade contemporânea e objeto de reivindicações históricas dos movimentos sociais, a política de comunicação no programa eleitoral de Lula permanece tratada de forma fragmentada, subordinada à uma visão predominantemente econômica e desprovida de uma estratégia política capaz de articular democracia, soberania e disputa cultural. É urgente que o campo progressista compreenda o caráter estratégico da comunicação, tanto em termos econômicos quanto culturais, e assuma a disputa por democracia, pluralidade e soberania no setor.

