Ameaça ao jornalismo e amplificação da desigualdade informacional
No Brasil, em um país historicamente marcado por desigualdades raciais e territoriais, o “Google Zero” amplifica um problema antigo: a exclusão de vozes diversas da esfera pública

No Brasil, em um país historicamente marcado por desigualdades raciais e territoriais, o “Google Zero” amplifica um problema antigo: a exclusão de vozes diversas da esfera pública
O que isso tudo tem a ver com a IA e nosso tempo atual?
Ao longo da década de 1970, o mundo do trabalho sofreu em cheio a primeira grande onda de informatização. Os documentos produzidos na época pelas principais centrais sindicais francesas atestam sua combatividade e uma crítica incisiva ao fenômeno. Meio século depois, eles nos oferecem ferramentas afiadas diante do avanço da inteligência artificial
A proposta do atual governo é de fugir da tática de domesticação da cadeia de suprimentos de IA e investir num estimulo a competitividade
No livro A Ética da Inteligência Artificial: Princípios, Desafios e Oportunidades, Luciano Floridi inicia a discussão desmistificando a ideia de que a IA é verdadeiramente “inteligente”
Este texto não é apenas reflexão filosófica nem manifesto tecnológico. É um chamado insurgente a uma nova consciência, necessária para um novo paradigma que ultrapasse o racionalismo instrumental e reinstaure o encantamento na máquina por meio de uma nova relação entre técnica, humanos e natureza, não antropocêntrica, e não utilitária
Criado originalmente em 2009 com quatro membros, o BRICS vem se expandindo para refletir um mundo multipolar e promover a cooperação em áreas como economia, saúde, energia, segurança, ciência e tecnologia
A indústria da inteligência artificial devora cada vez mais energia. No entanto, quantificar sua pegada de carbono é uma tarefa difícil: o Vale do Silício não divulga os dados. Além disso, o foco na quantificação de um perigo nem sempre favorece a ação coletiva para combatê-lo. É o caso de defender a transparência das atividades nocivas ou sua proibição?
Simulações hiper-realistas, agora produzidas em questão de minutos por plataformas abertas de IA, inaugura uma era em que a dúvida precede qualquer evidência. Em um sistema de justiça baseado em provas, como confiar em registros audiovisuais? Como sustentar o testemunho digital em uma era onde “ver” já não é suficiente?
Quando o real e o falso se confundem, manter a confiança em nossas percepções é um desafio urgente. O que vemos é realmente confiável?
Uso de tecnologias como ChatGPT e Claude para eliminar trabalho artístico e pedagógico passa longe de ser inovação desejável
A automatização da letalidade contra a população Palestina em seu mais alto grau de eficiência destrutiva se traduz em uma verdadeira gestão da morte