Arte e design: possibilidades de desenhos de novos mundos e futuros
Pensar imagens no contexto do colonialismo de dados e da inteligência artificial implica perguntar que tipo de política está em jogo quando fotos são rotuladas

Pensar imagens no contexto do colonialismo de dados e da inteligência artificial implica perguntar que tipo de política está em jogo quando fotos são rotuladas
Em suas estratégias de desenvolvimento em IA, os países do BRICS concentram-se na aplicação da inteligência artificial em áreas-chave, lançando projetos demonstrativos em setores cruciais como agricultura, saúde, finanças e energia
Entre reforço de crenças e espirais de ilusão, o uso de IA levanta questões sobre verdade, aprendizado e controle do conhecimento na sociedade digital
Por que continuar controlando a evolução tecnológica como se ela estivesse separada de nós?
No país muito já utilizaram a IA, mas a média nacional mascara uma desigualdade profunda no acesso qualificado à tecnologia
Com essa redução da inteligência humana à racionalidade instrumental, como não pensar que a máquina irá, de fato, substituir os seres humanos?
A blindagem das elites opera em níveis tecnológico, narrativo e psicológico, e que, diante dessa crise de confiança, a resposta não pode ser apenas técnica, mas sobretudo ética, baseada na persistência moral de indivíduos e grupos
Quando a inteligência artificial passa a influenciar eleições, decisões administrativas, concessão de crédito, logística e comércio exterior, ela deixa de ser apenas uma ferramenta tecnológica e se transforma em infraestrutura crítica do Estado
Quando não há autoria humana formalmente reconhecida, quem responde pela violação – e, sobretudo, quem se beneficia economicamente dela?
A rápida difusão da inteligência artificial tem sido apresentada como um destino tecnológico incontornável. No campo educacional, porém, seu avanço está longe de ser neutro ou inevitável: suscita cautela, alarme e disputas profundas sobre seus efeitos formativos. Embora o discurso dominante celebre a IA como instrumento de produtividade e democratização do conhecimento, uma análise histórica e sociológica revela um risco distinto e mais profundo: a inauguração de um novo regime de desigualdade, menos visível e mais radical
A inteligência artificial levará o setor de energia ao superaquecimento? Os enxames de microprocessadores que impulsionam robôs conversacionais consomem, de fato, uma quantidade enorme de eletricidade. Nos Estados Unidos, investidores se lançam sobre tudo o que pode gerar corrente, e a Microsoft cogita reativar a usina de Three Mile Island, 46 anos após um dos maiores acidentes nucleares da histórica norte-americana…
A pergunta que move o livro é direta: e se algoritmos, sobretudo os algoritmos de Inteligência Artificial, produzissem algo semelhante?