A política externa dos EUA e a música como leitura do poder
A música política atravessa diferentes momentos históricos sem perder relevância interpretativa

A música política atravessa diferentes momentos históricos sem perder relevância interpretativa
Os movimentos populares que se opõem aos regimes argelino e sudanês contrastam com a regressão contrarrevolucionária que atravessa o mundo árabe desde o início da década. Em ambos os casos, os poderes constituídos sob bases militares não podem conduzir eles próprios uma transição destinada a eliminar sua influência no Estado e em seus recursos
Em entrevista ao Le Monde Diplomatique Brasil, o paulistano do Grajaú fala sobre música, política e tempo: “ Eu só sei que quando dá a febre, pulsa tudo, e a gente tem que expressar”.
Em 2011, o movimento Occupy Wall Street se construiu em torno de uma ideia, um slogan: “Temos em comum o fato de sermos os 99% que não toleram mais a avidez e a corrupção do 1% restante”. Diversos estudos acabavam de demonstrar que a quase totalidade dos ganhos da recuperação econômica tinha beneficiado o 1% dos norte-americanos mais ricos. (escute o artigo na versão original)
Mais do que isso, a raça como construto social e invenção que estrutura a colonialidade do poder sempre exerceu centralidade nas políticas de contenção e repressão no continente latino-americano, funcionando como um potente marcador social de desigualdades
O Cordão da Mentira se apresenta como um bloco carnavalesco de intervenção estética que, de modo bem humorado e radical, versa e canta sobre temas cruciais para uma real transformação da sociedade brasileira.
Com a recusa das esquerdas no poder em querer ousar, o vácuo da indignação ao sistema vem sendo preenchido pelo surgimento de salvadores, empreendedores e justiceiros, vistos como antipolíticosGabriel de Barcelos