Petróleo no Nordeste: mancha indelével

Petróleo Nordeste | Brasil
Pescadoras e pescadores artesanais do sul da Bahia discutem as marcas do maior crime socioambiental da história na costa brasileira: o derramamento de petróleo que atingiu o litoral nordeste do país a partir de agosto de 2019. Contrariando convenções internacionais de que o Brasil é signatário, a ausência e inoperância do Estado deixou um rastro de danos ao ambiente, à saúde e aos direitos de milhares de pessoas, em mais de 1.000 localidades. A organização comunitária evitou que os impactos socioambientais fossem ainda maiores.

21 de dezembro 2020

Estão passando com a boiada também por cima dos pescadores

Pescadora e quilombola de família tradicional da comunidade de Conceição de Salinas, em Salinas da Margarida (BA), Elionice Sacramento é ainda gra...

por Spensy Pimentel e Paulo Dimas Menezes

“Estamos defendendo a nossa casa”, relata líder de pescadores

Liderança de Atalaia, uma das 14 comunidades da Reserva Extrativista de Canavieiras, abrangendo os municípios costeiros de Una, Canavieiras e Belmon...

por Paulo Dimas Menezes e Spensy Pimentel

Um crime socioambiental sem precedentes

O derramamento de petróleo que atingiu a costa do Nordeste em 2019 é um crime socioambiental sem precedentes por sua extensão e impacto a curto, médio e longo prazos. A ausência ainda de um culpado identificado não impede a avaliação da política pública oferecida pelo Estado brasileiro tanto para conter a progressão do petróleo como para apoiar, proteger e diminuir ou excluir os riscos à população devido ao contato direto ao petró...

por Antonio Armando Ulian do Lago Albuquerque

Desastre com petróleo deixou rastro de prejuízos socioambientais

Em fins de outubro de 2019, misteriosas manchas de petróleo derramadas no Oceano Atlântico a partir de algum ponto até hoje desconhecido chegavam ...

por Paulo Dimas Menezes, Spensy Pimentel e Antônio José Costa Cardoso

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