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Eliza Alvarez
9 de maio de 2024 00:48

Parabéns Bruno, belíssimo artigo sobre a solidão da América Latina. Acho que entendi o que tu quiseste dizer sobre realismo transcendental e realismo mágico. Agora uma coisa me parece inegável: o realismo mágico ou o realismo transcendental de Gabo é a própria América Latina .

Roberto Kenard
9 de maio de 2024 11:40

Um primor de crítica impressionista, a velha e puída crítica, que imaginei varrida do mapa. Impressionismo banhado em pieguices, como: “Assim como os rios fluem para o mar, as palavras de García Márquez fluem para a eternidade”. Além de pretensioso, já que sabe o futuro reservado à obra do colombiano. Coisa encontrável em praticamente todo o texto. Como aqui também: “Deixando para trás um legado imortal”. Coisa de crítico/cartomante.

VERA LÚCIA SANTOS
9 de maio de 2024 15:09

Artigo precioso sobre Gabriel Garcia. “Cem anos de solidão” foi minha primeira leitura dos clássicos. Eu nada sabia de literatura, nao lia quase nada e, milagrosamente, colocaram essa obra espetacular em minhas mãos. Li inteiro e pensei “do que gostei neste livro?” “Nada entendi.” Li-o de novo, reli pela terceira vez , Agora, depois de ler o artigo, bateune a vontade de “relê-lo”. Obrigada por isso.

Bernardete
12 de maio de 2024 10:06

Pedro Párramo lindo!

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