Entre Cepeda e de La Espriella: para onde vai o voto da revolta?
No último dia do mês que os colombianos retornaram às urnas para traduzir em voto as expectativas que seguem abertas

No último dia do mês que os colombianos retornaram às urnas para traduzir em voto as expectativas que seguem abertas
Em muitos Estados da América Latina, o vento da vitória infla as velas da direita. Já Gustavo Petro, ao fim de quatro anos turbulentos à frente da Colômbia, avançou com reformas sociais, mas não conseguiu a paz com as guerrilhas. O balanço de seu governo permitirá ao candidato Iván Cepeda manter o país no campo progressista?
Para onde vai o voto do Estallido?
Mais de 2.200 quilômetros de fronteira terrestre separam Colômbia e Venezuela. Entre 1950 e 1980, milhões de colombianos que fugiam da pobreza e do conflito armado atravessaram essa linha para tentar a sorte no então próspero Estado petrolífero – hoje enfraquecido por uma crise que, por sua vez, provocou uma forte migração e favoreceu todo tipo de tráfico na região. Quem são os colombianos na Venezuela? Que marca deixaram no país bolivariano?
Gabriel García Márquez nos leva a refletir sobre a solidão que permeia os povos latino-americanos, que lutam contra opressão, desigualdade e violência
Kiev agora pode contar com novas tropas. Não mais os contingentes de voluntários em busca de aventuras, motivados pelo ódio à Rússia ou próximos a certos grupos locais de extrema direita, e sim mercenários, atraídos pelo desejo de ganhar. Na frente deles, colombianos: um tipo de exportação na qual o país latino-americano se especializou
O governo de Gustavo Petro, o primeiro presidente de esquerda da história colombiana, tem como principal desafio doméstico garantir a governabilidade para avançar as amplas reformas propostas
Há uma perspectiva faltando. A perspectiva esquecida de classe. Aquela que Francia Márquez trouxe para o centro da política colombiana
O sentido democrático recuperado por Lula, para o Brasil e para a região, seria, se Petro não existisse, apenas um sentido para uma “democracia de baixa intensidade”
“Precisamos exigir que, no quadro da geopolítica global, os outros países também comecem a decrescer em seus modelos econômicos […] Desse decrescimento depende nosso sucesso em atingir um equilíbrio maior e que os impactos das mudanças climáticas nos afetem menos”, disse a ministra de Minas e Energia da Colômbia, Irene Vélez, na abertura do Congresso Nacional da Mineração. E a fábrica de memes começou a funcionar…
Estratégias gerais que funcionaram na Colômbia são apresentadas neste artigo como recomendações sobre o que precisa ser feito para as próximas eleições brasileiras
Assassinatos com alvos predeterminados, divisões políticas, pobreza galopante… Cinco anos e meio depois da assinatura dos acordos de paz entre o governo colombiano e as Farc, o desencorajamento ganha os ex-guerrilheiros. Porém, a chegada ao poder de Gustavo Petro e de uma coalizão de centro-esquerda, pela primeira vez na história do país, reaviva a esperança