Neutralidade, uma arma pela paz - Le Monde Diplomatique Brasil

AUTONOMIA E COEXISTÊNCIA PACÍFICA

Neutralidade, uma arma pela paz

Edição 177 | Ucrânia
por Philippe Descamps
1 de abril de 2022
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Cientes de que os ocidentais não vão intervir diretamente em seu território, os dirigentes ucranianos poderiam renunciar a integrar a Otan para pôr fim aos combates. Agora no centro das negociações, o status de país neutro pode parecer precário, mas permite uma maior autonomia de decisão, ao mesmo tempo que favorece a coexistência pacífica

“A menos que o mundo desabe numa catástrofe, apenas um regulamento político poderia restabelecer a paz. […] O acordo teria por objeto estabelecer e garantir a neutralidade dos povos da Indochina e seu direito de dispor de si mesmos tais quais são efetivamente, e cada um sendo inteiramente responsável por seus próprios negócios.” Em seu …

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