Diplô Online
Ler Kafka sem se render
Michael Löwy fala sobre literatura, espiritualidade e crítica. As respostas revelam mais o observador do que o atravessado
Quando as cidades lideram a transição ecológica
Premiação internacional evidencia o avanço das cidades na agenda climática e revela como iniciativas locais vêm redefinindo os rumos da transição energética e da justiça ambiental rumo ao pós‑COP30
Agentes de IA e indústria 4.0
Em tempos de IA, tem sido ainda mais fácil imaginar o fim do mundo do que o fim do próprio capitalismo – cujo modus operandi, este sim, ameaça tanto a(o)s trabalhora(e)s quanto a natureza
Newsletter
Cadastre-se para receber os conteúdos do Diplô
O julgamento de Bolsonaro é o encontro do Brasil com sua própria história
A democracia, ainda frágil, tenta se levantar e buscar justiça. O que o julgamento do Bolsonaro e seus cúmplices nos traz.
Se questo è un Uomo (que ri)?
A Mostra Mundo Árabe de Cinema no CCBB em São Paulo evoca reflexões sobre Palestina
O caso Bolsonaro não é lawfare
Depois de anos imersos em ditaduras sangrentas, não podemos permitir anistia nem amnésia. O caso Bolsonaro não é lawfare
Quando a indumentária revela a crise do multilateralismo
A imagem é uma ferramenta de poder, uma forma de linguagem que constrói realidades, em vez de apenas refletir
Lídia Jorge, esse amor exigente
O vento assobiando nas gruas, oitavo romance da autora portuguesa, exige tempo e dedicação, mas recompensa com uma obra única, que perdura na mente após o fim da leituraMarina Della Valle
O vento, a areia e o nada
Antônio Xerxenesky conduz o leitor ao inevitável clichê da montanha-russa de sentimentos: numa página, altíssimas gargalhadas; na seguinte, a torcida pelo casal; mais à frente, uma vontade descomunal de duelar. Ou então de saber para onde o vento leva a areia.Renata Miloni
Jorge Gaitán Durán: a poesia no alto de um instante
Uma impressionante fusão entre erotismo e morte, luz e sombraMarco Catalão
Palavra 37
Jorge Gaitán Durán: a poesia no alto de um instante
Uma impressionante fusão entre erotismo e morte, luz e sombra
Aqui
Lídia Jorge, esse amor exigente
O vento assobiando nas gruas, oitavo romance da autora portuguesa, exige tempo e dedicação, mas recompensa com uma obra única, que perdura na mente após o fim da leitura
Aqui
Nada de novo
Poema
Aqui
O vento a areia e o nada
Antônio Xerxenesky conduz o leitor ao inevitável clichê da montanha-russa de sentimentos: numa página, altíssimas gargalhadas; na seguinte, a torcida pelo casal; mais à frente, uma vontade descomunal de duelar. Ou então de saber para onde o vento leva a areia
AquiRodrigo Gurgel
Construir outro mundo, em meio à tempestade
O signo da próxima década pode ser a turbulência. O declínio do poder norte-americano, agora evidente, é bem-vindo — mas tende a provocar, no curto prazo, desordens e ameaças. Será preciso evitar abismos. Mas, como em toda a encruzilhada, haverá espaço para alternativas e escolhasImmanuel Wallerstein
Escopeta não é chocalho
Ao reativarem a IV Frota, os EUA sugerem que têm força para, por exemplo, bloquear o comércio externo da América do Sul. Em teoria, a disposição de um estado mais poderoso a exercer violência só pode ser enfrentada por alianças entre parceiros que consigam superar suas próprias rivalidadesJosé Luís Fiori
Em direção à luz?
Um coletivo britânico atuante na galáxia do altermundialismo examina uma questão intrigante: quais são as vitórias, nas lutas por outro mundo possível? Balanço, que inclui mudança climática, G8, América do Sul e periferias, sugere: as respostas costumam estar onde é menos fácil encontrá-las…Coletivo Turbulence
Para ir além de minérios e agronegócio
O secretário que dirige a formulação do Plano Nacional de Cultura sustenta que os bens simbólicos serão a base da economia no século 21 e expõe o novo projeto de Gilberto Gil: uma estrutura permanente de apoio aos produtores culturais. Também em debate: Lei Rouanet, direitos autorais e periferiasCarolina Gutierrez, Marília Arantes
Imagens de um continente em busca de si mesmo
Filmes, debates e oficinas expõem, em São Paulo, estado da produção cinematográfica na América Latina. Festival reflete momento em que tanto o continente quanto seu cinema buscam novos rumos — mas já não o fazem com as lentes e projetos que marcaram o século 20Iana Cossoy Paro
“Meu bairro era pobre, mas ficava bem bonito metido num luar”
Mídia tradicional multiplica referências a Machado e a Rosa, rendendo-lhes homenagens previsíveis e banais. Coluna destaca outro centenário: o de Solano Trindade. Poeta, dramaturgo, ator e artista plástico, ele cantou a dignidade, as lutas, amores e dores dos negros e dos que vivem do trabalhoEleilson Leite
"Meu bairro era pobre, mas ficava bem bonito metido num luar"
Mídia tradicional multiplica referências a Machado e a Rosa, rendendo-lhes homenagens previsíveis e banais. Coluna destaca outro centenário: o de Solano Trindade. Poeta, dramaturgo, ator e artista plástico, ele cantou a dignidade, as lutas, amores e dores dos negros e dos que vivem do trabalhoEleilson Leite
O dia da morte
Quando demoramos a morrer, logo entramos na lista dos que já morreram. É inevitável. Não temos o direito de não morrerManoel Fernandes Neto
No Pequod – em busca de Moby Dick
“Moby Dick” conquistou admiradores nos mais diferentes quadrantes do planeta. Albert Camus, um deles, chamou seu autor de o “Homero do Pacífico”David Oscar Vaz
Odradek e os personagens
Como lidar com o peso daquilo que é criação e que é inexistente, mas que ainda assim sobrevive ao tempo e nunca se desgasta?Olivia Maia
Palavra 36
No Pequod – em busca de Moby Dick
Moby Dick conquistou admiradores nos mais diferentes quadrantes do planeta. Albert Camus, um deles, chamou seu autor de “o Homero do Pacífico”
Aqui
Um discurso quando o desejo é calar
Somos criados para aplaudir a mais dramática das desgraças; estamos acostumados a rir do sofrimento e derreter de comiseração pelas misérias. Mas a reação que temos diante de uma alegria pacata, digamos, de atirar pedrinhas no lago, é bem diferente. Bocejamos, viramos a página, mudamos de canal. A bonomia é coisa muito fastidiosa, sobretudo a dos outros
Aqui
Odradek e os personagens
Como lidar com o peso daquilo que é criação e que é inexistente, mas que ainda assim sobrevive ao tempo e nunca se desgasta?
Aqui
O dia da morte
Quando demoramos a morrer, logo entramos na lista dos que já morreram. É inevitável. Não temos o direito de não morrer
AquiRodrigo Gurgel
Um discurso, quando o desejo é calar
Somos criados para aplaudir a mais dramática das desgraças; estamos acostumados a rir do sofrimento e derreter de comiseração pelas misérias. Mas a reação que temos diante de uma alegria pacata, digamos, de atirar pedrinhas no lago, é bem diferente. Bocejamos, viramos a página, mudamos de canal. A bonomia é coisa muito fastidiosa, sobretudo a dos outrosDiego Viana
Promessa européia…
Por trás do véu do Tratado de Lisboa pode-se encontrar mais um sorriso amarelo. Democracia, segurança, mudanças climáticas entram na lista de uma Europa Unida. Ao mesmo tempo, em que xenofobia, guerras contrastam com as aclamadas liberdade, igualdade e fraternidadeSerge Halimi
Adoção, comércio e poesia
Ao retratar o assalariamento de famílias adotivas, Foster Child expõe abismo social e alienação nas Filipinas. Mas o faz sem esquecer os laços de ternura que unem os pais de aluguel a seus filhos temporários, num sinal de que pode persistir humanidade, em meio ao que é precário ao extremoBruno Carmelo

