Diplô Online
A virada biológica do neoliberalismo
A reflexão de Quinn Slobodian ganha novos contornos em Hayek’s Bastards: Race, IQ and the Capitalism of the Far Right, obra publicada em abril deste ano
A crise do poder norte-americano no governo Trump 2
A política doméstica e externa norte-americana reside hoje no jogo da força bruta e de um modo tirânico de governança
Parlamentares na COP 30: hora de reescrever nosso contrato com a vida
COP30 precisa enxergar o papel estratégico das parlamentares que não apenas representam os povos das águas e das florestas, mas que são esses povos e encarnam seus saberes ancestrais
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“Idiota é o empresário que produz e não vive de juros”, diz trabalhador
Resposta ao presidente da FIEMG e à lógica empresarial que transforma a informalidade em virtude e os direitos em obstáculo
Por que, pelos critérios da ciência política, Lula está certo?
Confira a lista com oito motivos que explica o porquê a estratégia de Lula está alinhada a tendências identificadas pela ciência política
Amazônia, água, e a irresponsabilidade do Congresso Nacional brasileiro perante o futuro compartilhado do continente sul-americano
A aprovação pelo Congresso do PL 2.159/2021 facilitará a repetição de cada vez mais desastres como estes, e o mais grave: aproximará o Brasil de maneira irreversível do ponto de não retorno da Amazônia, algo que tem sido avisado há anos pela mais rigorosa ciência climática mundial
Quatro décadas até “A Morte da Natureza” no Brasil
O livro A morte da Natureza: mulheres, ecologia e a revolução científica está em lançamento pelas editoras Igrá Kniga e Expressão Popular por meio de uma campanha de financiamento colaborativo
Sobre a dificuldade de comunicar
Ao receber o Prêmio Nobel da Literatura, o escritor sul-africano John Cotzee contou uma enigmática história que, na verdade, é uma metáfora que evoca o mistério da inspiração e da relação entre o escritor (ou o escriba?) com o narrador da escritaLaure-Elisabeth Lorent
O caso malinês
O Mali, acostumado com os franceses, descobriu os americanos logo depois da guerra do Golfo, em 1992. Desta primeira incursão americana, surgiram programas e investimentos que fizeram do Mali um grande aliadoPierre Abramovici
Quem vai pagar ?
O caminho para diminuir ou acabar com o déficit da Previdência não passa por taxar ainda mais os assalariados. Deve-se levar a empresa – isto é, o lugar de criação das riquezas – de volta ao centro do financiamentoDominique Sicot
Ele e seu homem
“Mas, para retornar a meu novo companheiro. Eu estava extremamente deleitado com ele, e transformei em meu negócio a tarefa de ensinar-lhe tudo que era apropriado, acessível, e útil; mas especialmente, fazê-lo falar e compreender o que eu falo; e ele era o mais apto aluno, como jamais houve”.
Daniel Defoe, Robinson CrusoeJ.M. Coetzee
O cerco à Síria
O regime sírio está sob pressão desde o fim da guerra no Iraque, apesar de ter tomado medidas que agradavam Washington, onde as intenções de desestabilizar o governo de Bachar Al-Assad foram desviadas momentaneamente pela resistência iraquianaPaul-Marie de La Gorce
A epidemia de gripe avícola e o agronegócio na Tailândia
A recente transmissão para o ser humano da gripe do frango representa grande perigo: a ausência de vacina e de tratamento pode provocar, segundo a OMS, a morte de 2 à 7,4 milhões de pessoas. Na Tailândia, o surgimento da gripe avícola prejudicou a ambição do país de se tornar “a cozinha do mundo”, precipitando uma crise cujas vítimas já são os pequenos criadoresIsabelle Delforge
A destruição pelo turismo
Um dos oásis mais célebres do mundo, Tozeur teve seu frágil equilíbrio econômico, ecológico e social praticamente rompido, quando o governo passou a dar prioridade ao turismo internacional, que também traz consigo o fascínio pelo mundo ocidentalClaude Llena
Sob nova ocupação
Os Estados Unidos aumentam significativamente sua presença militar na África, com o mesmo pretexto de sempre – a guerra contra o terrorismo. Os reais interesses, evidentemente estão no petróleo e na localização estratégica de alguns paísesPierre Abramovici
Duas gerações de atentados suicidas
Concebido como método de guerra contra o ocupante israelense no Líbano, o atentado suicida surgiu em 1982, criado pelo Hezbollah xiita libanês. De lá para abril de 2000, de 16 passou-se a 39 atentados por ano, espalhados por mais de 34 países ou zonas de crisePierre Conesa
Na sombra do muro de Sharon
Enquanto o exército israelense continua a matar (160 palestinos em abril e maio) e a destruir casas, segue a construção do muro, ao lado do qual se instalarão zonas industriais que cortarão o Estado palestino em quatro pedaços, privando-o de qualquer viabilidadeMeron Rapoport
A via estreita do Paquistão
O presidente paquistanês, general Moucharraf, procura manter um equilíbrio frágil entre as exigências americanas e sua intenção de manter os islamitas sob controle. Mas o futuro do jogo político depende, fundamentalmente, do diálogo com a Índia – que entra em nova fase com a vitória do partido de Sonia GandhiJean-Luc Racine
O "politicídio" dos palestinos
O desejo da sociedade israelense, tanto à esquerda como à direita, de anexar o centro histórico do judaísmo na Cisjordânia, mas não seus moradores árabes, aumentou as contradições existenciais de Israel e é o que explica a derrota de Sharon no referendo interno do LikudBaruch Kimmerling
Para cumprir a Declaração de Independência
No inicio de maio, em Ramallah1 , jovens músicos palestinos deram um Concerto sob a direção do Daniel Barenboïm. Ao receber um prêmio no parlamento israelense, o maestro – que fundou, com Edward Said uma escola para os jovens músicos, judeus e árabes do Oriente Médio – explicou que o ato queria expressar as esperanças de pazDaniel Barenboïm
O desejo asfixiado,ou como as indústrias culturais liquidam o indivíduo
A sociedade hiperindustrial, através da indústria cultural, promove o controle íntimo dos comportamentos individuais, acarretando uma miséria simbólica que ameaça as capacidades mentais, intelectuais, afetivas e estéticas da humanidadeBernard Stiegler
A ideologia do esporte-espetáculo e suas vítimas
Transmitido mundialmente pela televisão, o esporte tornou-se um dos vetores da globalização. Sua ideologia disfarça seu caráter político, a monetarização generalizada dos “valores” esportivos, fraudes e trapaças de todos os tipos e, sobretudo, ’doping’ maciço em todos os estágiosJean-Marie Brohm, Marc Perelman, Patrick Vassort
Um exemplo para o Golfo
O Qatar, um país rico, pequeno e frágil se lança num projeto de desenvolvimento nacional, que inclui avanços democráticos e sociaisPascal Boniface
As 50 vozes da Resistência
Na grande festa de comemoração dos 50 anos do Le Monde diplomatique, 5 mil pessoas se reuniram e ecoaram a reflexão de 50 personalidades comprometidas com a transformação do mundo, como João Pedro Stédile, José Bové, José Saramago, Eduardo Galeano, Naomi Klein e Noam ChomskyDominique Vidal
O “politicídio” dos palestinos
O desejo da sociedade israelense, tanto à esquerda como à direita, de anexar o centro histórico do judaísmo na Cisjordânia, mas não seus moradores árabes, aumentou as contradições existenciais de Israel e é o que explica a derrota de Sharon no referendo interno do LikudBaruch Kimmerling
A Publicis no poder
O quarto maior grupo de comunicação do mundo guarda relações estreitas com a mídia, freqüenta os círculos do poder e exerce grande influência nas grandes questões – e nos grandes negócios – da EuropaMarie Bénilde
O avanço da destruição do Estado
Num caminho sem volta, as reformas liberais constroem, passo a passo, um novo mundo da concorrência, com um Estado raquítico e desprovido de políticas sociaisSerge Halimi

