Diplô Online
‘Encomendaram um plano’, de Ricardo Bernhard
Um texto em que se explora o drama da situação, mas também o poder da sátira e da ironia, identidade e alteridade colidem
Os desafios para combater a desinformação na agenda climática da ONU
A COP30, simbólica por vários marcos, entre eles, um território onde conflitos socioambientais com impactos diretos nos territórios tradicionais, coloca o Brasil no epicentro desse debate, pois, Belém foi palco de negociações onde a verdade científica competiu com campanhas organizadas de negação climática e manipulação política, muitas vezes amplificadas por sistemas automatizados e redes coordenadas
A terra é amor, é a nossa vida
Poema de aluna ticuna do Departamento de Filosofia Latino-Americana da Unila escrito durante visita de estudantes da universidade a acampamento do MST
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O debate sobre terrorismo
Os Estados Unidos pressionam o Brasil e outros países a classificarem facções como o PCC e o Comando Vermelho como terrorismo.
O direito de poluir como política climática
Instituição do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE) estabelece um marco regulatório para o mercado de carbono e reitera padrões históricos de exclusão, desigualdade e o papel corporativo na definição de políticas públicas no país
O dever de memória sobre o tráfico de escravos e sua abolição
Recordar o horror do tráfico pessoas escravizadas e o papel da abolição é fundamental para a compreensão do sofrimento imposto a milhares
Pix, inclusão financeira e justiça climática na COP30
Como o Pix pode desempenhar um papel transformador no avanço de uma agenda de finanças climáticas inclusivas e eficazes
Uma primavera árabe?
O mundo árabe passa por uma crise social, econômica e política. Se regimes autoritários monopolizam o poder, a população aspira a democracia que, no entanto, fica cada vez distante quando a receita norte-americana da intervenção militar é adotadaGilbert Achcar
Em Nablus, o laboratório da terceira Intifada
A corrupção da Fatah, o aumento da criminalidade e um cessar-fogo que pode se traduzir em um Estado cada vez menos viável servem de incubadora para a exasperação dos palestinosBenjamin Barthe
Votem bem, eles farão o resto
Enquanto a legitimidade dos políticos eleitos é questionada pelo crescimento da abstenção, a forte participação no referendo de maio mostra o ressurgimento da soberania de um povo que considerou que a questão proposta lhe dava verdadeiro poder de influênciaAndré Bellon
A política de “instabilidade construtiva” de Bush
Apostando no comunitarismo para enfraquecer os países e as forças opostas à sua hegemonia, impondo-se como instigador e árbitro de verdadeiras guerras civis de baixa intensidade, os Estados Unidos estimulam uma desestabilização que dificilmente poderão controlarWalid Charara
De volta à esfera pública
Tarifas caras e qualidade duvidosa levam vários municípios a romper contratos com empresas privadas e voltar a gerir os serviços de saneamentoPatrick Coupechoux
As raízes da crise síria
Depois de quarenta anos de dominação, o regime de Damasco balança com a crise interna, agravada depois da retirada das tropas do LíbanoSamir Aita
O faz-de-conta da ajuda ao desenvolvimento
O anúncio por parte dos países do G7 da anulação de parte da dívida multilateral de 18 países pobres mascara de novo o fato de que a “ajuda” dada pelos países ricos costuma enriquecê-los mais, e às custas daqueles países que pretendem ajudarDamien Millet, Eric Toussaint
Em defesa da refundação democrática
Se a Europa realmente deseja ser uma idéia nova e levada por seu povo, é na inovação democrática que ela deve se distinguir antes de tudoBernard Cassen
A grande virada de Washington e o fim liberalismo
A globalização, considerada como a unificação da economia mundial sobre um paradigma neoliberal, parece chegar ao fim. Os sintomas de sua desintegração são múltiplos, mas seu principal agente são os Estados Unidos de BushPhilip S. Golub
Sem emprego e sem futuro
As políticas de recolocação no mercado de trabalho, de matriz norte-americana, ganham força na Europa. E os desempregados ficam abandonados à própria sorteAnne Daguerre
Tolerância holandesa à prova do Islã
O assassinato do cineasta Théo van Gogh em novembro de 2004 provocou fortes tensões intercomunitárias e o crescimento de atos antimuçulmanos, recolocando novamente a difícil integração dos imigrantes não ocidentais nos Países BaixosMarie Claire Cecília
O peso das palavras
Com a “reforma” de Gorbatchev, a torrente de palavras não se deteve mais, desfazendo velhos referenciaisJean-Marie Chauvier
Revisitando a Perestroika
Vinte anos depois da ’glasnost’, que propagava valores “alternativos”, socialistas, humanistas, ecológicos, só sobreviveu o valor comercialJean-Marie Chauvier
A improvável aliança entre Paris e Washington
O acordo pontual na retirada das tropas sírias não significa o engajamento de Paris numa questão crucial: o desarmamento do HezbollahAlain Gresh
Os nomes da água
Em latim, aqua não era a única palavra para esta substância. Havia também a palavra unda. Unda ameaçada, aqua privada de suas virtudes, o drama da água é universal: a guerra da água – milênios depois da guerra do fogo – se passa sobre o cenário da guerra contra a vidaAlan Rey
Esperanças
A França rebelde, ao dar um “não” às pretensões ultraliberais do tratado constitucional para a Europa, enche de força e esperança o movimento antermundialistaIgnacio Ramonet
As renúncias da esquerda em nome da Europa
Não é de hoje que a utopia européia é pretexto para os socialistas franceses abrirem mão de sua plataforma política para atender aos interesses do capitalSerge Halimi
A ação conveniente das ONGs
A mesma formação e, às vezes, as mesmas idéias: assim funciona o grande mercado de organizações não-governamentais inspiradas por modelos norte-americanosYves Dezalay , Bryant Garth
As razões dos holandeses
No plebiscito de 1º de junho, a população dos Países Baixos não se pronunciou apenas sobre o Tratado Constitucional Europeu, mas sobre os diversos aspectos da política implementada pela coalizão que está no poderRink Van den Brink
A sociedade dos proprietários
Com novo mandato e maioria reforçada no Congresso, Bush propõe uma reforma para privatizar o que resta de Previdência pública. Se colocada em prática, pode inspirar seus pares em escala internacionalGeorge Ross

