Combate ao desperdício e a perda de alimentos nas cidades
O desperdício de alimentos representa uma contradição social, ambiental e econômica

O desperdício de alimentos representa uma contradição social, ambiental e econômica
Pensar cidades a partir das necessidades das crianças pequenas não é uma pauta restrita à infância, mas uma estratégia de desenvolvimento que beneficia toda a sociedade
Até quando vamos continuar fingindo que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza?
A civilização chinesa inventou o papel no século II e a imprensa no século VII – na Era Cibernética, o Império Romano enfim conquistou a China
O que transforma um fenômeno natural em desastre social é a combinação entre crise climática, desmatamento, queimadas, desigualdade, racismo ambiental, ausência de políticas públicas
Como uma categoria formulada por pesquisadores brasileiros tornou-se uma referência amplamente compartilhada para interpretar a alimentação contemporânea?~
A sociedade contemporânea passou a operar crescentemente por meio de estruturas de poder organizadas em redes digitais distribuídas, capazes de conectar comunicação, identidade e mobilização política em tempo real
O Bolsa Família não substitui o trabalho. Opera como dispositivo de proteção social, segurança alimentar e transição de renda em uma economia que produz pobreza mesmo entre quem trabalha
Sobreviventes de séculos de história, crises, enchentes, genocídios e expansão territorial, as sementes evoluem com os seres humanos desde que o mundo é mundo. Em um século marcado pela crise climática, este artigo traz reflexões ecológicas a partir da lógica da semente
A Aliança mostra a capacidade diplomática do Brasil em manter a fome e a pobreza na pauta internacional, bem como construir propostas inovadoras para ajudar a enfrentar problemas globais, em um contexto adverso
Estarão as novas legislações preparadas para reconhecer, mitigar e prevenir os danos que a IA produz sobre mulheres e meninas, conforme amplamente documentado?
O Brasil passa por um conflito que se desloca para a qualidade da formalização, a duração da jornada, a intensidade do esforço exigido e a apropriação social do tempo de vida. A escala 6×1 sintetiza essa disputa ao organizar a vida cotidiana em torno da disponibilidade permanente para o trabalho. O artigo articula gênero, juventude, desigualdade regional e renda para sustentar que a próxima agenda trabalhista brasileira precisa colocar o tempo no centro do conflito democrático em torno dos direitos