A carteira assinada cresceu, mas o tempo continua em disputa
O Brasil passa por um conflito que se desloca para a qualidade da formalização, a duração da jornada, a intensidade do esforço exigido e a apropriação social do tempo de vida. A escala 6×1 sintetiza essa disputa ao organizar a vida cotidiana em torno da disponibilidade permanente para o trabalho. O artigo articula gênero, juventude, desigualdade regional e renda para sustentar que a próxima agenda trabalhista brasileira precisa colocar o tempo no centro do conflito democrático em torno dos direitos

