O sistema alimentar que não amadurece: vamos falar de bananas?
Comer é um ato político: reconhecer as relações de poder por trás dos alimentos é o primeiro passo para transformá-las

Comer é um ato político: reconhecer as relações de poder por trás dos alimentos é o primeiro passo para transformá-las
É fundamental atuar diariamente, em parceria com as redes públicas, escolas e educadores, para consolidar uma visão sistêmica da Educação Infantil, na qual cuidado e educação sejam indissociáveis. Isso significa superar a lógica restrita à oferta de vagas e infraestrutura, garantindo uma prática pedagógica que promova, de fato, o desenvolvimento integral das crianças
A luta dos povos e comunidades tradicionais contra a violência e a expropriação territorial
O agravamento do desequilíbrio climático, na realidade, intensifica um problema estrutural já existente: a deterioração progressiva dos ecossistemas responsáveis pela manutenção do ciclo hidrológico
Os problemas pela terra e território sobrecarregam as mulheres do Cerrado na luta pela água contra a insegurança alimentar
Problematizar o uso do termo “Estado falido” é mais do que uma disputa semântica. Trata-se de uma batalha por narrativas que envolve reconhecimento político
A expansão do comércio entre Mercosul e União Europeia pode gerar novas oportunidades econômicas, mas também exige atenção aos impactos sociais e ambientais. Nesse contexto, o uso de tecnologias sustentáveis surge como alternativa para agregar valor às exportações, reduzir danos ambientais e promover desenvolvimento econômico aliado ao bem-estar social
A expansão das tecnologias digitais tem transformado profundamente as formas de produção, circulação e consumo de alimentos em todo o mundo
A rápida difusão da inteligência artificial tem sido apresentada como um destino tecnológico incontornável. No campo educacional, porém, seu avanço está longe de ser neutro ou inevitável: suscita cautela, alarme e disputas profundas sobre seus efeitos formativos. Embora o discurso dominante celebre a IA como instrumento de produtividade e democratização do conhecimento, uma análise histórica e sociológica revela um risco distinto e mais profundo: a inauguração de um novo regime de desigualdade, menos visível e mais radical
Em entrevista ao Le Monde Diplomatique Brasil, o político e historiador analisa a conjuntura brasileira na atualidade
A teocratização da sociedade brasileira é um projeto político organizado e em curso, no qual a escola neoliberal desempenha papel central ao promover a pedagogização cristã e a conformação subjetiva. Práticas religiosas apresentadas como neutras ou formativas não são desvios, mas instrumentos de uma racionalidade que articula fé, gestão e governo para sustentar a superexploração capitalista
Vivemos um paradoxo central: ao mesmo tempo em que predomina o imaginário social de que a democracia e a liberdade de expressão continuam vigentes, a comunicação política já não produz o diálogo e a compreensão social imprescindíveis para sua efetivação. Entanto os agentes políticos reagem como se houvesse um público informado e racional, na realidade esse público encontra-se dissolvido em micro-esferas afetivas, cognitivamente debilitadas e comunicacionalmente fragmentadas