Acesso à energia como política pública de valorização da vida e dignidade
Energia não é um privilégio, mas sim um direito constitucional básico

Energia não é um privilégio, mas sim um direito constitucional básico
Que tipo de futuro estamos construindo quando o desenvolvimento ainda significa sacrificar a natureza e silenciar os povos que a defendem?
Aparição se deu no mês de julho em meio ao estado do Rio de Janeiro e levanta questões sobre as políticas de preservação ambientais
É necessário expor e investigar o que vem acontecendo com a gestão e o planejamento da política urbana em São Luís.
A comida deixa de ser detalhe e passa a ser parte da própria agenda climática na COP30, e o clima vira prioridade na agenda da alimentação
A segurança alimentar e a justiça climática caminham juntas e que não há combate real às mudanças climáticas sem enfrentar as desigualdades que estruturam nosso sistema alimentar
Vinte e um anos após o Massacre da Praça da Sé, a memória da população em situação de rua expõe as raízes históricas das desigualdades e convoca à luta por moradia digna, justiça social e o fim da rua como destino imposto
Foram pelo menos 29 pessoas executadas entre 8 e 13 de agosto de 2015 depois que dois agentes de segurança foram mortos enquanto faziam bico na região
Divulgação do relatório da ONU pode ocultar que uma parcela expressiva da população brasileira continua sendo submetida a experiências de fome com intensidades e temporalidades variadas
Como a Amazônia está sendo utilizada para renovar as narrativas empresariais a favor da continuidade de um padrão de exploração que visa ao lucro
O legado político de Chico Mendes permanece como uma das mais potentes chaves interpretativas para compreender e (re)imaginar modelos de desenvolvimento na Amazônia. Ao articular a defesa do “homem da floresta” com a permanência da “floresta em pé”, o líder seringueiro rompeu a dicotomia entre conservação e produção, antecipando, ainda nos anos 1980, o que hoje qualificamos como bioeconomia da sociobiodiversidade.
Antes de tudo, gostaria de lembrar algo bastante evidente: ninguém resolve ser pobre e ninguém decide ser usuário compulsivo