Tentativa de golpe de 2023, não acabou
O povo vai às ruas para derrotar o golpe e anuncia a primavera da democracia

O povo vai às ruas para derrotar o golpe e anuncia a primavera da democracia
O primeiro ex-presidente da nova extrema direita a ser condenado por jurisdição nacional
O Brasil, assombrado, viu menos soldados e mais figuras desbotadas. Homens que não parecem almejar a morte com honra
Foi realizado um estudo de caso sobre a disputa pela anistia no discurso bolsonarista midiatizado, a partir da apropriação e ressignificação do julgamento de Débora Rodrigues dos Santos — que popularmente ficou conhecida como “Débora do Batom” — condenada pelo STF, em abril deste ano, a 14 anos de prisão por pichar a estátua da Justiça, durante os atos antidemocráticos do 8 de janeiro de 2023.
Para entender como foi possível uma reação tão contundente e eficaz ao 8 de janeiro, proveniente do menos político dos poderes, convém conhecer “Da Lei aos Desejos: o agendamento estratégico do STF”, de Grazielle Albuquerque
Seis décadas depois do ano em que a democracia brasileira caiu, o presidente Lula fala sobre a sobrevivência da Nova República, frente aos ataques da nova cara do golpismo
No Brasil a ameaça fascista está diretamente relacionada com a sua aderência às forças de segurança militarizadas. Sem desmontar uma, não acabaremos com a outra.
Expansão irrestrita das definições sobre terror no Brasil pode fragilizar ainda mais a democracia do país
Fascistas não são intérpretes legítimos do texto constitucional, pois sua posição ideológico-política os desautorizam em interpretar e sistematizar para si hoje o que mais estimam destruir: a democracia constitucional. No constitucionalismo brasileiro, então, não deve haver lugar para uma interpretação autoritária do texto constitucional
O que há na multidão do 8 de janeiro é a destruição fascista de toda possibilidade de algo novo, para preservar violentamente os privilégios do velho
As eleições de Jair Bolsonaro no Brasil, Donald Trump nos EUA, Recepp Erdogan na Turquia, Benjamin Netanyahu em Israel, Victor Orbán na Hungria, os democratas suecos na Suécia e Georgia Meloni na Itália demonstram inequivocamente a urgência de entendermos o espírito do tempo e provermos não apenas enquanto governos, mas também enquanto sociedades as respostas adequadas a esse desafio global
Uma subjetivação delirante, que mobiliza massas lutando por autoritarismo como se lutassem por sua libertação