Resgate histórico de uma trajetória notável
O Conselho Universitário da UNILA aprovou título de doutor honoris causa ao presidente do Brasil por seus esforços em prol da formação acadêmico-científica de lideranças latino-americanas

O Conselho Universitário da UNILA aprovou título de doutor honoris causa ao presidente do Brasil por seus esforços em prol da formação acadêmico-científica de lideranças latino-americanas
Como fazer com que os índices melhores, como fazer com que as pessoas leiam e escrevam bem, se muitos sites de notícias indicam o tempo previsto de leitura de determinada reportagem? Já não basta o livro ter se tornado artigo de luxo? Então a pessoa decide se vai ler, não pelo assunto ser interessante, mas pelo menor tempo de leitura?
À medida que os estudos sobre a Lei de Cotas Raciais começaram a ser publicados, uma grande frustração foi se consolidando: as vagas reservadas não haviam sido alcançadas pelas pessoas negras
Não é exagero dizer que precisamos de uma revolução na educação brasileira. Mas, da mesma forma, também podemos afirmar que essa revolução já está em curso
Em geral concentrado no círculo social que envolve as elites, o debate sobre meritocracia tem um ponto cego: a sorte do um terço da população menos escolarizada. Diferentemente dos anos 1960, quando a correlação de forças era favorável aos operários, hoje em dia é quase impossível projetar um futuro sem um título. Seria essa uma das fontes da indignação popular?
Pesquisa do Geledés – Instituto da Mulher Negra aponta aprofundamento das desigualdades no município de São Paulo, com recorte de raça, cor e gênero, no contexto da pandemia
Apesar da tecnologia possibilitar uma certa mediação entre professores e estudantes, não foi acompanhada de uma política que abarca toda a complexidade do ensino e aprendizagem, inclusive em relação à garantia de direitos trabalhistas
Entrar nas universidades inseriu os jovens das quebradas num processo de conhecimento e reconhecimento de quem somos. “A questão não é que não sabíamos que éramos pretos e pretas, mas dentro da universidade com brancos ricos, fica escancarado o processo de desigualdade e discriminação de um país racista”. Esse é o tema do segundo artigo do especial “Periferias de São Paulo: cotidianos, conflitos e potências”, uma parceria do Le Monde Diplomatique Brasil e Fundação Tide Setubal