A erosão dos direitos fundamentais e a resistência nos territórios
A luta dos povos e comunidades tradicionais contra a violência e a expropriação territorial

A luta dos povos e comunidades tradicionais contra a violência e a expropriação territorial
O sonho de uma nação indígena
Os sete livros apresentados neste texto servem como introdução aos estudos regionais e levantam tanto velhas quanto novas problemáticas: o capitalismo internacional, o movimento indígena, a cosmologia ancestral, a colonização, a devastação ambiental, a relação entre ideias e sociedade e o colonialismo interno
O autor constrói um discurso que articula beleza e resistência. Sua poesia denuncia injustiças, celebra a vida e reafirma a necessidade de preservação ambiental e dignidade humana
Essa conferência do clima confirmou algo que nós sempre defendemos: a Amazônia não é margem, é centro. Ela orienta, inspira e impulsiona novas formas de produzir e de entender a economia
Região conhecida como Amacro, formada pelos estados do Acre, Rondônia e sul do Amazonas, é palco de expansão da fronteira agrícola e concentra o maior número de conflitos agrários do território brasileiro. Leia no sétimo artigo da série Para “adiar o fim do mundo”: as verdadeiras soluções verdes brotam da terra
A Amazônia é um centro de relevância global, mas, na hora de financiar a pesquisa, esse protagonismo ainda não aparece
Em 2022, o jornalista britânico Dominic Phillips embarcou em uma jornada: seu objetivo era entrevistar pessoas que pudessem dar pistas sobre o futuro da floresta. Dom e o indigenista Bruno Pereira foram assassinados antes que ele conseguisse ouvir todas as respostas
Os mesmos protagonistas do caos climático tentam nos vender a ideia de que é possível sairmos dele pelo esverdeamento de suas próprias práticas historicamente devastadoras. O que está em jogo, afinal, é a transformação das mudanças climáticas em uma nova oportunidade de mercado, garantindo os meios para a expansão ilimitada do sistema capitalista
Arquiteto Alejandro Luiz Pereira da Silva, criador do Instituto do Bambu, analisa o potencial da planta no enfrentamento das mudanças climáticas
O mundo precisa compreender que a Amazônia não é um vazio a ser ocupado, mas um território habitado
Realizar a conferência no coração da Amazônia é reconhecer que as respostas à crise climática passam pelos territórios e pelos povos que há séculos protegem a floresta