A Amazônia diante do estado que só chega depois da catástrofe
O Brasil aprendeu a prever a tragédia antes de aprender a evitá-la

O Brasil aprendeu a prever a tragédia antes de aprender a evitá-la
O ponto não é trocar a imagem da vítima pela imagem da heroína. É entender que vulnerabilidade não é sinônimo de passividade
Quando o Estado usa a suposta imprevisibilidade para ignorar tragédias climáticas cientificamente mapeadas, a catástrofe institucional substitui a natural
O que transforma um fenômeno natural em desastre social é a combinação entre crise climática, desmatamento, queimadas, desigualdade, racismo ambiental, ausência de políticas públicas
Oferta de créditos de carbono ameaça atropelar autonomias seculares de povos e comunidades tradicionais
Sobreviventes de séculos de história, crises, enchentes, genocídios e expansão territorial, as sementes evoluem com os seres humanos desde que o mundo é mundo. Em um século marcado pela crise climática, este artigo traz reflexões ecológicas a partir da lógica da semente
Falta de informações das agências reguladoras sobre atingidos pelas eólicas impede a formulação de políticas contra a desigualdade
O que o Super El Niño revela é essa realidade: exemplo mais pungente de como o poder judiciário ainda ignora riscos ambientais inerentes a impactos urbanísticos
A 1ª Conferência Internacional sobre a Transição para Longe dos Combustíveis Fósseis foi o encontro perfeito de centenas de pessoas dispostas, engajadas, pedindo para fazer junto, chutando a porta para que as coisas sejam realizadas, para que ninguém mais morra, ninguém fique para trás, perca seu território, sua vida, sua história
A descarbonização não é só uma questão ambiental – é também econômica, sanitária e estratégica
Políticas públicas ou decisões judiciais tem o poder de enfraquecer iniciativas que ajudam a proteger a floresta, colocam em risco não apenas o patrimônio ambiental brasileiro, mas também a segurança hídrica, energética e alimentar do país
O Brasil carrega uma contradição para Belém