O Nepal está pagando o preço por uma crise climática que não causou
Quem paga quando os países menos responsáveis pela crise climática sofrem perdas catastróficas?

Quem paga quando os países menos responsáveis pela crise climática sofrem perdas catastróficas?
Os fundos de investimento e as grandes corporações se regem pela busca do lucro, e nem mesmo esta enorme crise que vivemos demove essas organizações de sua finalidade última e primeira: explorar os homens e a natureza sem precisar enfrentar limites
Hoje, em 2025, os atingidos seguem sem a garantia de parâmetros e critérios básicos para as suas indenizações
Sal, elevação do nível do mar, poluição… No Vietnã, o Delta do Rio dos Nove Dragões, por onde o Mekong deságua no Mar da China Meridional, pode desaparecer até 2100. Com ele, um pilar inteiro da economia do país socialista está ameaçado: a rizicultura, da qual também dependem muitos países africanos para abastecimento de cereais a baixo custo
Presença de microplásticos pode estar relacionada ao aumento de ataques cardíacos e derrames. Podem também afetar o equilíbrio químico e hormonal em mamíferos, com consequências diretas na tireoide, nos testículos e nos ovários
Os acontecimentos nefastos aos bens da natureza e a vida humana inerente ao agronegócio se assemelham aos sortilégios que o feiticeiro invocara e que foi incapaz de dominar. A natureza encontra-se sob forte tensão de degradação, contaminação e supressão subsequentes das atividades antrópicas agrícolas
O processo de devastação da natureza e de mudança climática se acelerou a tal ponto nos últimas anos, que não se discute o futuro, mas sim, as emergências ambientais
Tempestades, ciclones e outros eventos meteorológicos extremos têm causado enormes prejuízos às vidas e à economia urbana. São muitas as consequências, e não se pode mais dizer, como anos atrás, que as mudanças climáticas são uma ameaça silenciosa. São, ao contrário, uma ruidosa realidade do tempo presente
Apesar de todos os impactos positivos dessas colaborações para pesquisas até agora, sabemos que o Brasil enfrenta questões urgentes relacionadas à sua herança indígena e seu futuro. Este seminário é uma chance para que o povo Kuikuro peça aos colegas indígenas que reflitam juntos sobre como a pesquisa acadêmica pode proteger, preservar e promover o desenvolvimento sustentável para os povos indígenas do Brasil.