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Brendo Pais
8 de janeiro de 2024 20:38

Camus é preciso em sua interpretação do famoso mito de Sísifo. O suicídio, sentido da vida… Quanto ele não pode colaborar nessa reflexão sempre atual. Belo texto!

Renato Barboza
9 de janeiro de 2024 01:05

Camus é ótimo de ler! Parabéns a equipe editorial pelo excelente artigo.

Luci Faria
9 de janeiro de 2024 05:23

Camus foi grande amigo de Sartre, outro expoente do existencialismo francês do século XX. O rompimento se deu a partir das tomadas de posição política, que Sartre via com bons olhos a URSS enquanto não Camus não partilhava dessa ideia. Alguns dizem que Sartre o acusou de estar “se aburguesando”.
Foram dois homens gigantes do seu tempo.

Fica a recomendação para um próximo texto. Abraços

Claudia Santiago Sanchez Ribeiro
9 de janeiro de 2024 05:30

Quem leu o estrangeiro não esquece jamais! Leitura fluida, mas forte, sem firulas.
É bom lembrar que para ler Camus é necessário certa bagagem. Não é qualquer pessoa que consegue exprimir seu sentido mais profundo. Eu como professor de filosofia demorei algum tempo para compreender de fato suas ideias.
Camus é um autor profundo e doce. Não se deixa levar pelas possibilidades que inflarão o texto, permanecendo fiel ao contexto e ao fluido literário. Por isso é meu autor existencialista junto de Kierkegaard preferido.

Mafalda
9 de janeiro de 2024 16:24

Obrigada por este artículo interessante 🙂

Só queria mencionar um ”pormenor”: a família do Albert Camus éra de ascendência espanhola naturalisada francesa – porque há quem possa julgar importante que seja dito que o Estado colonial francês naturalizou pessoas judias e europeias, para diminuir o rácio de Árabes relativamente aos colonos e colonas…

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