Uma estranha força "de apoio"
Que interesses teriam levado a União Européia a enviar dois mil soldados à África, em missão supostamente destinada a “garantir as eleições” congolesasRaf Custers

Que interesses teriam levado a União Européia a enviar dois mil soldados à África, em missão supostamente destinada a “garantir as eleições” congolesasRaf Custers
Em paralelo à reunião dos chefes de governo dos dois continentes, um encontro entre movimentos sociais reflete as mudanças no cenário latino-americano e debate a hipótese de um comércio internacional solidárioBernard Cassen
A lista dos artistas que compõem contra a guerra e o poder aumenta todos os dias. Mas em em meio a esta explosão saudável, ressurge um debate: mensagens anticapitalistas não requerem, também, uma nova forma musical?Jacques Denis
O affaire Clairstream, que compromete o governo francês, é uma ponta de iceberg. Por que o «branqueamento» de recursos ilícitos, que multiplicou o poder das grandes redes criminosas, crescerá, se seu combate for reduzido a um capítulo da «guerra contra o terrorismo»Ibrahim Warde
Condenado pelos próprios militares, o possível ataque contra o Irã é uma aventura alimentada pela necessidade de resgatar o prestígio de Bush e pela inexistência de uma oposição realAnatol Lieven
A história da rebelião operária que perturbou a esquerda francesa, em agosto de 1935. A partir dos fatos, uma pergunta: é justo refrear os movimentos sociais, em busca de vitórias nas urnas?Benoît Kermoal
Ao desafiar as grandes conquistas civilizadoras do século 20, as “novas” relações de trabalho destróem a solidariedade, invadem o espaço privado, solapam relações com amigos e família e impõem uma ética que valoriza a submissãoDanièle Linhart
Radiografia de uma crise sem fim: as razões da vitória do Hamas, as pressões internacionais sobre o novo governo, os riscos de um conflito entre os próprios grupos árabes e a hipótese de um acordo que restaure a luta pela libertação nacionalWendy Kristianasen
Um panorama das políticas adotadas pelos países europeus para controlar a entrada de estrangeiros em seu território, e para reconhecer (ou não…) seus direitos políticos e culturaisCláudio Bolzman, Manuel Boucher
Quase um em cada dez habitantes da Alemanha é estrangeiro. Indispensáveis na economia, eles são, porém, privados de direitos sociais e desestimulados de desenvolver sua identidade culturalAlbrecht Kieser
No pós-guerra, o Estado alemão, assumiu, em nome das empresas, o papel de recrutador de mão-de-obra estrangeira. O modelo criou a figura do imigrante descartável, sem direitos sindicais e com permanência se possível limitadaAlbrecht Kieser
Entre eles estão, segundo as estatísticas e a lei, 1,5 milhão de pessoas nascidas no país… A entrada de “repatriados tardios” e de migrantes não recenseados torna os números ainda mais precáriosAlbrecht Kieser