Como a Europa recebe o outro
Um panorama das políticas adotadas pelos países europeus para controlar a entrada de estrangeiros em seu território, e para reconhecer (ou não…) seus direitos políticos e culturaisCláudio Bolzman, Manuel Boucher

Um panorama das políticas adotadas pelos países europeus para controlar a entrada de estrangeiros em seu território, e para reconhecer (ou não…) seus direitos políticos e culturaisCláudio Bolzman, Manuel Boucher
Quase um em cada dez habitantes da Alemanha é estrangeiro. Indispensáveis na economia, eles são, porém, privados de direitos sociais e desestimulados de desenvolver sua identidade culturalAlbrecht Kieser
No pós-guerra, o Estado alemão, assumiu, em nome das empresas, o papel de recrutador de mão-de-obra estrangeira. O modelo criou a figura do imigrante descartável, sem direitos sindicais e com permanência se possível limitadaAlbrecht Kieser
Entre eles estão, segundo as estatísticas e a lei, 1,5 milhão de pessoas nascidas no país… A entrada de “repatriados tardios” e de migrantes não recenseados torna os números ainda mais precáriosAlbrecht Kieser
Quase um em cada dez habitantes da Alemanha é estrangeiro. Indispensáveis na economia, eles são, porém, privados de direitos sociais e desestimulados de desenvolver sua identidade culturalAlbrecht Kieser
Graças às regras da OMC, o Equador atende 25% do mercado mundial da fruta. Transnacionais e oligarcas controlam a produção, humilham trabalhadores e envenenam a naturezaPhilippe Revelli
Num país que se orgulhava de sua coesão social, um número cada vez maior de trabalhadores jovens vive acossado pela desigualdadeOdaira Namihei
Como a maior empresa automobilística do mundo usa a ameça de demissões para impor a seus funcionários rebaixamentos de salários, aposentadorias e assistência socialRick Fantasia
Na lógica da OMC, só os preços devem regular o comércio internacional. No Caribe, isto inviabilizou a pequena produção camponesa, que assegurava ótimas condições de trabalhoSamy Archimede
Já não se ouvem os tiros e as lagartas dos tanques. Mas, sete anos após o fim da guerra, o país se debate com produção devastada, ódio aos políticos pró-Rússia e medo da oposição terroristaAnne Nivat
Num continente assolado pela pobreza, espalham-se as campanhas para transformar a Previdência em direito de todos. As políticas “de mercado” do FMI e Banco Mundial são o obstáculoAssane Diop
Graças às regras da OMC, o Equador atende 25% do mercado mundial da fruta. Transnacionais e oligarcas controlam a produção, humilham trabalhadores e envenenam a naturezaPhillippe Revelli