Novos dias
Se vai pular sete ondinhas, recomendo que mergulhe de cabeça.
O Ano novo tem cara de gente boa, mas não acredite nele.
Acredite em você.
Feliz todo dia!Sérgio Vaz

Se vai pular sete ondinhas, recomendo que mergulhe de cabeça.
O Ano novo tem cara de gente boa, mas não acredite nele.
Acredite em você.
Feliz todo dia!Sérgio Vaz
Na web, o contato torna-se de terceiro grau – digitalizado. Em
múltiplas plataformas, em diversos platôs, com os estranhos ou não, ele
é algo do cotidiano. A ameaça torna-se imanente. De dentro para
dentro. Klaatu não é mais um alienígena. É parte do imaginário
coletivo. Klaatu não nos deixa mais parar!Hernani Dimantas
Livro-reportagem expõe abusos da Monsanto. Baseada em três anos de pesquisas e investigações, a jornalista francesa Marie-Monique Robin desmascara as atividades da empresa estadunidense: subornos, contrabandos e manipulaçõesHideyo Saito
A valsa das borboletas
As narrativas de José Cardoso Pires e Jean-Dominique Bauby funcionam de modo a resgatar a dignidade do homem diante de situações que teriam tudo para reduzi-lo à condição de simples joguete do destino, de “ser” impotente diante de uma condição que lhe escapa à compreensão
Aqui
Mais poemas de Pound
No quinto número de nossa seção Vice-Verse, coordenada pela jornalista e tradutora Marina Della Valle e dedicada a traduções de poesia e prosa em língua inglesa, apresentamos novos poemas de Ezra Pound, traduzidos do livro “Lustra”
Aqui
Os mal-entendidos da escrita
No fundo, “Flores azuis” é a jornada de Marcos em busca da compreensão de si mesmo. As cartas misteriosas são uma espécie de catalisador para a sua transformação pessoal
Aqui
Scherzo com física e moleskine
Os objetos da física, os monumentos do quotidiano, os sabores, cores e temperaturas são aquilo que deles sentimos e vemos, imagens de um qualquer coisa bruto que está lá fora e que só aceitamos como mais real do que os sonhos porque temos a consciência e a convicção de estarmos despertos
AquiRodrigo Gurgel
Os objetos da física, os monumentos do quotidiano, os sabores, cores e temperaturas são aquilo que deles sentimos e vemos, imagens de um qualquer coisa bruto que está lá fora e que só aceitamos como mais real do que os sonhos porque temos a consciência e a convicção de estarmos despertosDiego Viana
No fundo, “Flores azuis” é a jornada de Marcos em busca da compreensão de si mesmo. As cartas misteriosas são uma espécie de catalisador para a sua transformação pessoalAlysson Oliveira
No quinto número de nossa seção Vice-Verse, coordenada pela jornalista e tradutora Marina Della Valle e dedicada a traduções de poesia e prosa em língua inglesa, apresentamos novos poemas de Ezra Pound, traduzidos do livro “Lustra”Dirceu Villa
As narrativas de José Cardoso Pires e Jean-Dominique Bauby funcionam de modo a resgatar a dignidade do homem diante de situações que teriam tudo para reduzi-lo à condição de simples joguete do destino, de “ser” impotente diante de uma condição que lhe escapa à compreensãoLuís Fernando Prado Telles
O fato é que os grandes comércios não somam em nada na quebrada, não se adaptam à cultura local, pelo contrário. Nas periferias eles exploram os desinformados, com uma calculadora rápida e muitos sorrisos. E o crédito vai sendo aprovado, afinal nosso povo é honesto, sofre, mas não deixa manchar o nomeFerréz
O passado dói
“O passado”, de Alan Pauls, é uma viagem, uma vertigem cortazariana ao fundo do coração de um homem dilacerado, feito em pedacinhos como os bilhetes e papelotes que consome sem nem mesmo saber ao certo por quê
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Impressionismo em tons de cinza
Assim como “Respiração artificial”, de Ricardo Piglia, “História do pranto” já pode ser considerada uma obra importante sobre o período de exceção latino-americano
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Copacabana classic
Poema
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Tabuleiro sem limites
A impressão que tenho ao ler e reler qualquer um dos textos de Fernando Sabino é a de que tudo nele era puramente literário
AquiRodrigo Gurgel
A impressão que tenho ao ler e reler qualquer um dos textos de Fernando Sabino é a de que tudo nele era puramente literárioRenata Miloni
Calcula-se que há um aumento, em média, de 8% ao ano na demanda por imóveis – algo que o mercado
obviamente não consegue atender. A falta de moradias tornou-se um problema real em vários países e essa
tendência é reforçada pelo crescimento constante das habitações ocupadas apenas por um indivíduoAkram Belkaïd