Reinventando a luta urbana
Ancorada na comunidade e legitimada pela história do lugar, a Ocupação Cultural Mercado Sul Vive luta pela cultura popular, pelo direito à cidade e pela autonomiaDiego Mendonça, Keyane Dias e Webert da Cruz

Ancorada na comunidade e legitimada pela história do lugar, a Ocupação Cultural Mercado Sul Vive luta pela cultura popular, pelo direito à cidade e pela autonomiaDiego Mendonça, Keyane Dias e Webert da Cruz
Silvio Caccia Bava
O desemprego, a informalidade e a precarização aumentarão, repercutindo na queda dos salários. A massa salarial se reduzirá, enfraquecendo o mercado interno de consumo. A precarização será agravada. As empresas promoverão reestruturações, reduzindo o contingente ocupado, alterando a estrutura de gestão e investindo emClemente Ganz Lúcio
Prevalece nesse processo de negação do direito público o estranho conceito de “terra mercadoria” como outra qualquer em pleno século XXI, à revelia não apenas das populações camponesas, como também do espaço público geral do território da natureza, sacrificado pela voracidade imediatista do business agrário e financeirGuilherme C. Delgado
A política de desoneração tributária, aprofundada no Brasil em resposta à crise econômica iniciada em 2008, é frouxa, não exigindo nem sequer metas dos beneficiários, e os resultados, tanto a curto como a longo prazo, são passíveis de questionamento. Ademais, essa política tem resultado em catastrófico impacto nas finaJuliano Giassi Goularti
Como um megaincorporador imobiliário nova-iorquino casado três vezes conseguiu tornar-se tão popular no sul dos Estados Unidos, bastião da direita religiosa? A resposta vem do Alabama, onde os militantes do Partido Republicano enfrentam-se em torno da candidatura de Donald TrumpSerge Halimi
A América Latina não esperou o monumental escândalo que chacoalha o conjunto do sistema político brasileiro para descobrir os danos da corrupção. Há muito tempo, o fenômeno esmaga a Argentina. Nesse tema como nos outros, o novo presidente, Mauricio Macri, promete mudanças, que começam por uma vigorosa guinada à direitaCarlos Gabetta
Entre agosto de 2014 e meados de 2016, o preço do barril de petróleo caiu 65%. Mais de 250 mil empregos foram suprimidos, com o setor sendo obrigado a renunciar a grandes investimentos ou a adiá-los. Esse abalo planetário enfraqueceu os gigantes da indústria petrolífera e desestabilizou os países exportadoresMichael Klare
Ainda que a Ásia ganhe importância, o Oriente Médio continua sendo o local favorito dos mercadores de armas, principalmente dos Estados Unidos. Paralelamente, os conflitos passam pela internet (pág. 25) e falamos cada vez mais de “ciberataques” (págs. 26 e 27). Hoje, como ontem, a corrida armamentista se faz praticamePhilippe Leymarie
Há (pelo menos) três assuntos que o Le Figaro deve tratar com cuidado: o LVMH, o grupo de Bernard Arnault, um dos principais anunciantes da imprensa; a Publicis, pelas mesmas razões; e, por fim, a Dassault Aviation, pois, como destaca o próprio jornal conservador ao fim de cada artigo sobre o Falcon ou o Rafale, “O GruSerge Halimi
Será que devemos considerar os softwares e hardwares do Google, da Apple e da Amazon como armas? Os gigantes norte-americanos da “nova economia” são intimamente ligados à Secretaria da Defesa dos Estados UnidosThibault Henneton
Se a guerra tem seu direito e suas regras, a ciberguerra, por sua vez, não tem contornos definidos. Desse modo, uma questão se impõe: como regulamentar um enfrentamento no qual a simples identificação dos protagonistas é difícil de ser feita e o qual se desenrola sobre um terreno civil, a internet?Camille François