Diplô Online
Direito, poder e linguagem no discurso literário
A relação entre Direito, poder e linguagem ocupa um lugar central na organização das sociedades modernas. Mais do que um conjunto de normas, o Direito constitui um discurso institucional que legitima autoridades, produz sentidos de justiça e organiza relações de dominação
Onde estaríamos se não fossem as esquerdas?
Ignorar o desejo das esquerdas no nosso destino comum (com muitos direitos já conquistados) é um gesto de profunda desonestidade com os processos civilizatórios que nos precedem: a luta por vida melhor, mais direitos e menos morte; a luta por liberdade de expressão (na voz e no corpo); a luta contra os privilégios de alguns poucos em detrimento do empobrecimento de muitos e muitas
Perspectivas em diálogo entre a universidade e os movimentos sociais
O segundo mandato de Donald Trump é marcado por um intenso uso da força pelos EUA, justificada pelo combate ao tráfico e ao terrorismo, resultando em mais de cem mortos. Um “ataque cirúrgico” em Caracas, em 3 de janeiro, teve efeitos generalizados na cidade e impactos psicológicos duradouros na população
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O futuro do dinheiro digital é público, não especulativo
Artigo baseado em Blockchain Without the Crypto Hype, originalmente publicado no The Disobedient Model
Reflexões sobre a infraestrutura urbana
“É através da distribuição no espaço urbano que se percebem as desigualdades e as distâncias físicas e sociais (estritamente relacionadas) que contribuem para a desconstrução do cidadão” (Flávio Matioli Veríssimo Silva e Eduardo Henrique Lopes Figueiredo).[1]
[1] In“Direito Social ao Transporte: nova diretriz e velhas premissas na mobilidade urbana”, Revista da AGU, Brasília-DF, v. 17, n. 01, jan/mar 2018, pp. 153-168, p. 155. Esta frase tem como base as observações de Milton Santos, geógrafo, jornalista, advogado, professor e escritor. Percebe-se que mobilidade é, então, um requisito para a cidadania.
O labirinto do WhatsApp
Mais do que uma simples ferramenta, o WhatsApp tornou-se parte da arquitetura emocional que estrutura a vida pública brasileira
Dez anos de desastre no Vale do Rio Doce
Ao contrário de um evento encerrado no passado, o rompimento da barragem de Fundão, que completa uma década neste 5 de novembro de 2025, prolonga-se ao longo dos anos e ainda opera sobre distintos ambientes e contextos socioculturais
Cicatrizando a memória do terrorismo de Estado na Argentina
“Às vezes, eu pensava: ‘não quero morrer sem abraçá-lo, sem conhecê-lo’, mas nunca imaginei este dia em particular”. Por sua vez, Ignacio não imaginava ser, justamente, neto da avó mais reconhecida pela sua luta e resistênciaVictoria Darling
Uma alternativa para debater a questão da água
Na série de mini-documentários Volume Vivo, diretor busca apresentar a urgência da sociedade tomar providências sobre o manejo da águaDiplô Brasil
Imagina outra Copa!
Mas além, e apesar, do jogo político, econômico e social, podemos imaginar a Copa do Mundo como alegoria do cenário cultural, onde o drama humano realiza um espetáculo à parte, uma arte tanto teatral quanto cinematográfica, devido a presença de múltiplas câmeras que registram as imagens tão marcantesMarco Alexandre de Oliveira
A cidade que luta para não se tornar invisível
Há alguns anos, Recife passa por um processo agressivo de transformação urbana. Nos acostumamos com o surgimento de um novo espigão em cada esquina: bairros formados tradicionalmente por casas mudam de maneira drástica com a demolição destas para a construção de prédios compridos.Movimento #OcupeEstelita
Duas ditaduras, a celebração de um mesmo caminho
Ainda que façam aniversário redondo de nascimento e de morte neste ano, as ditaduras brasileira (iniciada em 1964) e portuguesa (encerrada em 1974) deixaram lições; diante da repressão de décadas, o mínimo que podemos fazer é retirar um aprendizado que impeça o retorno de regimes perversos, antidemocráticos, fascistasRodrigo I. F. Maia
O feminismo na Copa das Mobilizações
Entre junho e julho, será montado um território “de exceção”, estruturado para atender às exigências da elite da sociedade e do futebol nacional e internacional. Embora não esteja presente no título e na série de materiais produzidos para esse evento, todo mundo sabe que esta é uma competição de homens para homens.Maria Luiza da Costa e Tica Moreno
Um grito de morte vem do canavial
Com mais um despejo programado para acontecer no próximo dia 12 de maio, os Kaiowá Guarani seguem sua luta contra pistoleiros, fazendeiros, transnacionais da agroindústriaCristiano Navarro
Em São Paulo, povo Guarani contesta o poder Bandeirante
Ações contra símbolos Bandeirantes chamam a atenção dos paulistanos para questão das terras indígenas no município. Próximo dia 25, movimento volta às ruas
Longe da mídia, pais de alunos defendem uma escola para todos
Temendo o ensino da teoria do gênero, alguns pais de alunos, amplamente repercutidos pela mídia, retiraram seus filhos da escola. Mesmo menos midiatizados, alguns pais e professores, pelo contrário, lançam-se a uma defesa dos princípios fundamentais da escola republicana.Allan Popelard
A emergência de uma “nova classe média” no Brasil: a dissintonia de uma ideia
Grande parte da imprensa brasileira – respaldada por órgãos do governo federal e por alguns autores – divulga há alguns anos a ideia de que depois de 2002 teria havido a emergência de uma “nova classe média” no Brasil.João Batista Pamplona e Amanda Viviam dos Santos
O Brasil na ordem mundial: projetos em disputa?
Os Os “Diálogos sobre Política Externa”, organizados pelo Itamaraty foram importante exercício institucional do movimento mais amplo de democratização da agenda sobre temas internacionais no BrasilMaria Regina Soares de Lima e Carlos R. S. Milani
Bang, Bang, Pow, Pow – Faroeste e futebol em terra Guarani-Kaiowá
“O senhor pode chamar a Polícia Federal aqui? Estão atirando em nós.” Quase um ano e meio depois da histeria em torno da carta que anunciou a morte coletiva, a vida pouco mudou para as famílias indígenas do Pyelito KueBruno Morais
Repensar o Ocidente
O que exatamente é o Ocidente? Essa expressão está assim tão defasada que perdeu qualquer poder explicativo?Robert Muggah
Um corpo arrastado na Cidade Maravilhosa
Cláudia teve tratamento pior do que o dispensado aos animais.Frederico Afonso Izidoro
Golpe de Estado suave
A situação em 2014 não é a mesma de 2002. Ainda que fisicamente não esteja Chávez, as forças bolivarianas parecem estar muito mais consolidadas. Mas talvez o mais importante de tudo nem seja isso. O elemento principal é que nestes 12 anos o povo venezuelano ganhou muita consciência políticaLuciano Wexell Severo
Uma resposta medieval para um problema contemporâneo
Sob o manto da moral puritana das sociedades disciplinares, paira de forma generalizada o desejo tácito de que os usuários de substâncias psicoativas sejam controlados, disciplinados e “domesticados”João Mendes Lima Júnior e Herbert Martins Toledo
Os “rolezinhos”: explicações que ecoam da Idade Média
A situação de incômodo tem sua origem em uma situação social (de consequências políticas e econômicas ainda em construção) muito semelhante: a apropriação dos meios e modos de vida das “primeiras classes” pelas “classes inferiores”Fernando Ribeiro e Maurício Loboda Fronzaglia
Os "rolezinhos": explicações que ecoam da Idade Média
A situação de incômodo tem sua origem em uma situação social (de consequências políticas e econômicas ainda em construção) muito semelhante: a apropriação dos meios e modos de vida das “primeiras classes” pelas “classes inferiores”
A controvérsia sobre os massacres no Congo
Os limites do suposto genocídio no tempo e no espaço são de geometria variável de acordo com as interpretações, mas têm a ver principalmente com a República Democrática do Congo durante a “grande guerra africana”, que, entre 1993 e 2003, viu se enfrentarem vários países e uma meia dúzia de movimentos político-militaresMichel Galy
Porque não vamos depor no DEIC – ou sobre intimações, inquéritos e investigações
Movimento Passe Livre São Paulo

