Diplô Online
Quinhentos e oito anos depois de Lutero, ainda vendemos a fé?
A revolução religiosa continua, agora com novos pregadores, novos templos e novas controvérsias
O que acontece quando ouvimos as vítimas
Aqueles que detêm o poder intencionalmente não contam a história completa, para que, em vez de reconhecer a injustiça, você enxergue apenas a versão do opressor
A injusta guerra de narrativa sobre a chacina no Rio
Análise de cobertura do grupo Globo revela um alinhamento com o discurso oficial e ignora moradores que presenciaram a chacina mais letal da história do Brasil
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Liberdade acadêmica ameaçada na era da Lei Magnitsky
Não é apenas Moraes que está sob ataque, mas as instituições democráticas brasileiras. As sanções Magnitsky, agora, podem ser plausivelmente direcionadas a acadêmicos, juízes ou, até mesmo, a jornalistas, cujo trabalho desagrade aos corretores de poder dos EUA
Como está representado o Brasil em duas exposições sobre Art Brut realizadas em Paris durante o segundo semestre de 2025
“Art Brut” foi o nome que o artista plástico francês Jean Dubuffet concedeu às criações de artistas marginalizados, muitos deles internos em instituições psiquiátricas, após a Segunda Guerra Mundial
Trump 451 e o sonho da liberdade muda
Da mesma forma que Fahrenheit representa um mundo invertido, no qual bombeiros não combatem, mas se valem do fogo para semear a destruição do conhecimento, Trump opera sobre inversões lógicas e falhas cognitivas para mobilizar as massas e encontrar sustentação às suas ações
Brasil! Mostra tua cara!
A semelhança entre os dias atuais e os anos 1980 está no fato, de que pautas como ditadura, pátria, parlamento, liberdade, soberania estão na mesa, embora com sinais trocados
Incertezas e cobiça sobre o petróleo do Brasil
A descoberta das imensas jazidas do pré-sal convida a um debate, que a mídia insiste em omitir. Quem irá tirar proveito dos recursos de nosso subsolo? Por que manter uma legislação que favorece as transnacionais? Que alternativas permitiriam usar as reservas em favor das maiorias?Sergio Ferolla, Paulo Metri
Palavra 38
Quase matei
Aperto a bolsa contra o peito, cerro as pálpebras e encosto-me à pia, esperando que a vertigem se dissipe. Ouço, então, com alguma clareza, meu nome. Chamado, como num lamento, repetidas vezes.Aqui
Sobre a Flip 2008
Cees Nooteboom e Fernando Vallejo – estávamos diante de duas realidades completamente distintas: a latinidade tosca e furibunda do sul-americano em contraposição à placidez fleumática do norte-europeu puro-sangue.
Aqui
A nação e o baile
Como praticamente tudo neste início de século, o nacionalismo sobrevive transferido para a esfera das relações pessoais. Os dialetos, a música, o futebol, os ídolos, a cozinha, as paisagens.
Aqui
Em nome do pai
Para encontrar prazer na leitura de O conto do amor, o leitor precisa suspender suas crenças e se entregar à premissa de Contardo Calligaris – acredite ou não em reencarnação ou vidas passadas.
AquiRodrigo Gurgel
Em nome do pai
Para encontrar prazer na leitura de O conto do amor, o leitor precisa suspender suas crenças e se entregar à premissa de Contardo Calligaris – acredite ou não em reencarnação ou vidas passadasAlysson Oliveira
O Hip Hop nunca foi tão pop
Vinte e cinco anos depois de despontar no Brasil, a cultura hip-hop está bombando como nunca. Ligou-se ao showbizz, mas é capaz de manter, mesmo assim, seus princípios e essência. É claramente periférica. Dez eventos a celebram, a partir deste fim de semana, em São PauloEleilson Leite
Sobre a Flip 2008
Cees Nooteboom e Fernando Vallejo – estávamos diante de duas realidades completamente distintas: a latinidade tosca e furibunda do sul-americano em contraposição à placidez fleumática do norte-europeu puro-sangueLuiz Paulo Faccioli
A nação e o baile
Como praticamente tudo neste início de século, o nacionalismo sobrevive transferido para a esfera das relações pessoais. Os dialetos, a música, o futebol, os ídolos, a cozinha, as paisagensDiego Viana
Quase matei
Aperto a bolsa contra o peito, cerro as pálpebras e encosto-me à pia, esperando que a vertigem se dissipe. Ouço, então, com alguma clareza, meu nome. Chamado, como num lamento, repetidas vezesIsa Fonseca
Queer: política sexual do noise
Nem se trata de encontrar espaço para o ruído, mas de roer lentamente o sexo com partitura, o desejo como coreografia e os corpos com tonalidade fixa. E a parte mais excitante: tudo soa. Tudo é som. Cada ínfima parte do mundo tem seu próprio ruído. Isso é noise, isso é sexo. DemocraciaFabiane Borges, Hilan Bensusan
Os Quatrocentos do Sarau da Cooperifa
Contra a vontade de muitos e pela vontade de muitos, centenas estavam comungando a palavra, resistindo à mediocridade, ao marasmo e a abulia que parece ter tomado conta dos corações da maioria. Quixotes! O melhor é que tudo isso não nos foi dado nem herdado, foi conquistadoSérgio Vaz
O universal e o latino-americano: diálogos entrecruzados
Jornalismo-cinema: numa mesa imaginária, colagem de falas reais, personagens presentes ao 3º Festival, em São Paulo, debatem tanto as condições de produção e distribuição do cinema latino-americano quanto a possibilidade de um projeto estético que expresse a identidade da regiãoJavier Cencig, Moara Passoni
Lídia Jorge, esse amor exigente
O vento assobiando nas gruas, oitavo romance da autora portuguesa, exige tempo e dedicação, mas recompensa com uma obra única, que perdura na mente após o fim da leituraMarina Della Valle
O vento, a areia e o nada
Antônio Xerxenesky conduz o leitor ao inevitável clichê da montanha-russa de sentimentos: numa página, altíssimas gargalhadas; na seguinte, a torcida pelo casal; mais à frente, uma vontade descomunal de duelar. Ou então de saber para onde o vento leva a areia.Renata Miloni
Jorge Gaitán Durán: a poesia no alto de um instante
Uma impressionante fusão entre erotismo e morte, luz e sombraMarco Catalão
Palavra 37
Jorge Gaitán Durán: a poesia no alto de um instante
Uma impressionante fusão entre erotismo e morte, luz e sombra
Aqui
Lídia Jorge, esse amor exigente
O vento assobiando nas gruas, oitavo romance da autora portuguesa, exige tempo e dedicação, mas recompensa com uma obra única, que perdura na mente após o fim da leitura
Aqui
Nada de novo
Poema
Aqui
O vento a areia e o nada
Antônio Xerxenesky conduz o leitor ao inevitável clichê da montanha-russa de sentimentos: numa página, altíssimas gargalhadas; na seguinte, a torcida pelo casal; mais à frente, uma vontade descomunal de duelar. Ou então de saber para onde o vento leva a areia
AquiRodrigo Gurgel
Construir outro mundo, em meio à tempestade
O signo da próxima década pode ser a turbulência. O declínio do poder norte-americano, agora evidente, é bem-vindo — mas tende a provocar, no curto prazo, desordens e ameaças. Será preciso evitar abismos. Mas, como em toda a encruzilhada, haverá espaço para alternativas e escolhasImmanuel Wallerstein
Escopeta não é chocalho
Ao reativarem a IV Frota, os EUA sugerem que têm força para, por exemplo, bloquear o comércio externo da América do Sul. Em teoria, a disposição de um estado mais poderoso a exercer violência só pode ser enfrentada por alianças entre parceiros que consigam superar suas próprias rivalidadesJosé Luís Fiori
Em direção à luz?
Um coletivo britânico atuante na galáxia do altermundialismo examina uma questão intrigante: quais são as vitórias, nas lutas por outro mundo possível? Balanço, que inclui mudança climática, G8, América do Sul e periferias, sugere: as respostas costumam estar onde é menos fácil encontrá-las…Coletivo Turbulence
Para ir além de minérios e agronegócio
O secretário que dirige a formulação do Plano Nacional de Cultura sustenta que os bens simbólicos serão a base da economia no século 21 e expõe o novo projeto de Gilberto Gil: uma estrutura permanente de apoio aos produtores culturais. Também em debate: Lei Rouanet, direitos autorais e periferiasCarolina Gutierrez, Marília Arantes
Imagens de um continente em busca de si mesmo
Filmes, debates e oficinas expõem, em São Paulo, estado da produção cinematográfica na América Latina. Festival reflete momento em que tanto o continente quanto seu cinema buscam novos rumos — mas já não o fazem com as lentes e projetos que marcaram o século 20Iana Cossoy Paro

