Diplô Online
Veto, paralisia institucional e as demandas do Sul Global
No contexto atual de fragmentação geopolítica, a próxima liderança da ONU precisará atuar como uma ponte capaz de conectar as demandas urgentes do Sul Global às estruturas de poder das grandes potências
A incômoda soberania da Venezuela: a velha política da Pax Americana
A Venezuela não provocou a autoridade ou a soberania dos Estados Unidos, tampouco cometeu atos que ameaçassem diretamente a integridade territorial, política ou humana do Estado norte-americano. Não houve violação de direitos de cidadãos estadunidenses nem qualquer ação concreta que pudesse ser enquadrada como ameaça existencial à segurança dos EUA
A música na era da velocidade: reflexões sobre consumo e experiência
Você já se perguntou como é a sua relação com os produtos artísticos e culturais na contemporaneidade? Será que ela se tornou mais dinâmica, veloz e, por que não, superficial?
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O MEC no governo PT-SDB ou ornitorrinco versão 2.0?
Na educação, o medo se torna método e o controle, rotina: entre relatórios, plataformas e vigilâncias, o trabalho docente é desumanizado, o aluno vira cliente e o ensino se transforma em prestação de contas
Por que a “gratificação faroeste” no Rio de Janeiro é um retrocesso civilizatório?
Cultura tóxica que recompensa a brutalidade em detrimento da inteligência, aproximando perigosamente a lógica da polícia da lógica dos próprios criminosos que deveria combater
O aborto que o Brasil não quer ver
A criminalização pune mulheres pobres e absolve homens que abandonam filhos e causam tragédia socioeconômica
Passados traumáticos e futuros incertos no Antropoceno
Em O global e o planetário, o historiador indiano, Dipesh Chakrabarty investiga a humanidade enquanto força geológica que transforma a história do planeta
Palavra 48
O passado dói
“O passado”, de Alan Pauls, é uma viagem, uma vertigem cortazariana ao fundo do coração de um homem dilacerado, feito em pedacinhos como os bilhetes e papelotes que consome sem nem mesmo saber ao certo por quê
Aqui
Impressionismo em tons de cinza
Assim como “Respiração artificial”, de Ricardo Piglia, “História do pranto” já pode ser considerada uma obra importante sobre o período de exceção latino-americano
Aqui
Copacabana classic
Poema
Aqui
Tabuleiro sem limites
A impressão que tenho ao ler e reler qualquer um dos textos de Fernando Sabino é a de que tudo nele era puramente literário
AquiRodrigo Gurgel
Impressionismo em tons de cinza
Assim como “Respiração artificial”, de Ricardo Piglia, “História do pranto” já pode ser considerada uma obra importante sobre o período de exceção latino-americanoMarco Polli
O público e o privado: quem fica com as aposentadorias?
Enquanto o governo do Chile se vê obrigado a fornecer um subsídio mensal à boa parte da população, que
nos anos 1980 foi forçada a migrar para a previdência privada, a presidente argentina Cristina Kirchner
conseguiu evitar um colapso de US$ 24,8 bilhões nos fundos de pensão ao nacionalizar as aposentadoriasManuel Riesco
Tabuleiro sem limites
A impressão que tenho ao ler e reler qualquer um dos textos de Fernando Sabino é a de que tudo nele era puramente literárioRenata Miloni
A Rússia e suas raízes muçulmanas
Mais de 15% da população da Federação Russa é muçulmana e 8 de suas 21 repúblicas autônomas adotam
o Islã como religião oficial. É com esses argumentos que Moscou reivindica uma relação política privilegiada com
o conjunto do mundo árabe, sob o objetivo declarado de “reforçar a multipolaridade global”Jacques Lévesque
Explicando o verão francês
Percebe-se, pois, que já no vernáculo – été – o conceito de verão na França é completamente ligado ao passado. A estação parece nunca vir. Já foi. E não tem perspectivas de voltaDaniel Cariello
Nuvem carregada
A mim, ninguém oferecia um gole, ao velho que já passou do tempo. Mas eu não sentia. Minha boca, enrijecida, já se acostumara à posição de paralisia, lábios e gengivas endurecidas sem ambição alguma de falarDiego Viana
Três minicontos
Não se dão conta do óbvio: partir de Marianna, por causa da própria natureza da cidade, significa voltar a elaCláudio Parreira
A aventura intelectual chinesa
Anne Cheng consegue encontrar uma perspectiva equilibrada ou correta para apresentar aos ocidentais uma história do pensamento chinêsAntonio Carlos Olivieri
Palavra 47
Nuvem carregada
A mim, ninguém oferecia um gole, ao velho que já passou do tempo. Mas eu não sentia. Minha boca, enrijecida, já se acostumara à posição de paralisia, lábios e gengivas endurecidas sem ambição alguma de falar
Aqui
A aventura intelectual chinesa
Anne Cheng consegue encontrar uma perspectiva equilibrada ou correta para apresentar aos ocidentais uma história do pensamento chinês
Aqui
Um mapa dos corações humanos (de São Paulo e do Brasil)
O começo do livro é engraçado, cheio de brincadeiras do tipo perco-o-leitor-mas-não-perco-a-piada
Aqui
Três minicontos
Não se dão conta do óbvio: partir de Marianna, por causa da própria natureza da cidade, significa voltar a ela
AquiRodrigo Gurgel
Um mapa dos corações humanos (de São Paulo e do Brasil)
O começo do livro é engraçado, cheio de brincadeiras do tipo perco-o-leitor-mas-não-perco-a-piadaFábio Fernandes
O vazio
Toda a verborragia da imanência do nada quer disfarçar uma ruína institucional que jornalistas, críticos, curadores e artistas negaram-se a admitir por muito tempo. Não faltam recursos. Falta capacidade aos diretores e conselheiros da Fundação Bienal, imersos em querelas mesquinhasGuilherme Scalzilli
Mestre da bibliofilia
Rubens Borba de Morais pesquisou bibliotecas européias, norte-americanas e brasileiras para escrever sua “Bibliografia brasiliana”, descritiva de livros raros sobre o Brasil de 1504 a 1900, verdadeiro monumento de erudição e pesquisaDida Bessana
De quando a literatura se despede de suas histórias
Como o escritor brasileiro escolhe escrever seus livros? Geralmente se apegando a somente uma forma de sofrerRenata Miloni
Sobre literatura e outros defeitos
Nenhum romance ou conto, nem a soma do que li, me humanizou ou me induziu a ser uma pessoa melhorAndré Resende
A nova arte da Cooperifa
Ela veio para ficar. A primeira Mostra Cultural da Cooperifa reunirá guerreiros e guerreiras fortemente armados com canetas, cadernos e livros. Trava-se uma luta incansável contra a ignorância,mediocridade, conformismo, tristeza e as pobrezas material e espiritual que insistem em saquear a quebradaEleilson Leite
Amazônia – laboratório das biocivilizações do futuro
Se os mercados são incapazes de governar as sociedades, é hora de reinventar a política. Está nas mãos do Brasil uma oportunidade para preservar a floresta e oferecer vida digna a seus milhões de habitantes (texto-base para a conferência de 17 de novembro, em São Paulo)Ignacy Sachs

