Diplô Online
Quando a tela vira encontro: de que vive o cinema comunitário no Brasil?
Pesquisa inédita revela desafios do circuito de exibição muito além dos Kinoplex e das plataformas privadas de streaming
O Brasil já tem uma língua brasileira, em vez de língua portuguesa?
As lições do século II a.C. na Península Ibérica até o Modernismo brasileiro (século XX) e a contemporaneidade
A escolha de ser uma nação
O Flamengo, time de futebol com maior apelo popular e midiático do país, acredita que deva ser reconhecido como Nação simbólica pela ONU. O artigo abaixo debate e se posiciona sobre o tema de forma crítica e contundente
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Ofensivas de Trump apenas vulgarizam o que as big tech já fazem desde sempre
O investimento das big tech em think tanks, grupos de pesquisa em universidades privadas, conferências de privacidade de dados e outros espaços de debate sobre tecnologia criam um ambiente de promoção da ignorância e esquecimento sobre o histórico e o presente antidemocrático das big tech
O debate das escolas cívico-militares em Minas Gerais
Estado é um bom exemplo de como o processo de implementação das escolas cívico-militares tem se dado de forma intempestiva, sem diálogo com a sociedade e com a comunidade escolar
Sobre ambiguidade, mestiçagem e racismo
O problema não está na cor de quem sofre, mas no olhar racializado de quem discrimina. A passabilidade não anula o racismo, apenas o torna mais sorrateiro e, por isso mesmo, mais cruel
No Brasil, paliativistas cultivam humanidade em meio à dor
Em um país de dimensões continentais como o Brasil, onde o sofrimento muitas vezes é silenciado ou institucionalizado, os cuidados paliativos despontam como uma resposta ética e humanista
"A democracia em que vivemos é hipocrisia"
João Pedro Stédile, um dos principais líderes do MST conta como iniciou sua militância, explica por que vê a reforma agrária bloqueada, fala sobre comunicação, esquerda e socialismo e sustenta: “os atuais modelos de representação exilam o povo da política”Marcela Rocha
Retratos da São Paulo indígena
Em torno de 1.500 guaranis, reunidos em quatro aldeias, habitam a maior cidade do país. A grande maioria dos que defendem os povos indígenas, na metrópole, jamais teve contato com eles. Estão na perferia, que vêem como lugar sagrado.Eleilson Leite
Palavra 25
Mountolive
O que mais impressiona na engenhosa construção de “O Quarteto…” é a perícia com que Durrell, a partir de uma trama obscura, repleta de ambigüidades, racionaliza e vai contrapondo novos elementos para criar um universo perfeito que o leitor depois irá desvendar ? e que irá surpreendê-lo
Aqui
Um final entediante
Ao extrair do inimigo sua força e sapiência, Pullman diminuiu o valor deste e, por conseqüência, o desfecho nada mais é do que uma vitória de Pirro, que não convence a ninguém
Aqui
Para apreender um significado
Carta a D. não é um livro que somente conta a história de um amor, é o registro de um significado. Um querer teorizar para si mesmo, ver de forma intelectualizada algo que o próprio autor percebeu que não poderia ser transformado em teoria
Aqui
Não sou anjo nenhum
AquiRodrigo Gurgel
Para apreender um significado
“Carta a D.” não é um livro que somente conta a história de um amor, é o registro de um significado. Um querer teorizar para si mesmo, ver de forma intelectualizada algo que o próprio autor percebeu que não poderia ser transformado em teoriaRenata Miloni
Mountolive
O que mais impressiona na engenhosa construção de “O Quarteto…” é a perícia com que Durrell, a partir de uma trama obscura, repleta de ambigüidades, racionaliza e vai contrapondo novos elementos para criar um universo perfeito que o leitor depois irá desvendar ? e que irá surpreendê-loLuiz Paulo Faccioli
Um final entediante
Ao extrair do inimigo sua força e sapiência, Pullman diminuiu o valor deste e, por conseqüência, o desfecho nada mais é do que uma vitória de Pirro, que não convence a ninguémDida Bessana
Olho grande sobre o urânio brasileiro
Um poderoso lobby age em silêncio, no Congresso e junto ao Executivo, para quebrar o monopólio estatal sobre o combustível. Interesse: exportá-lo em estado primário, num momento em que os preços internacionais não param de subir e o país desenvolveu tecnologia para processá-loSergio Ferolla, Paulo Metri
Cultura, consciência e transformação
A cada dia fica mais claro que a produção simbólica articula comunidades, produz movimento, desperta rebeldias e inventa futuros. Mas a relação entre cultura e transformação social é muito mais profunda que a vã filosofia dos que se apressam a “politizar as rodas de samba”…Eleilson Leite
O dilema da literatura de gênero brasileira
A literatura policial brasileira contemporânea é quase inexistente, mas o mesmo pode ser dito da ficção científica, ou da literatura romântica, ou do romance histórico. Em outras palavras, o que falta no cenário literário nacional hoje não é apenas literatura policial, é literatura de gênero como um todoLucas Murtinho
A faca sutil: pouca emoção
Lorde Asriel arregimenta um exército composto por homens que sofreram a intercisão, portanto não têm medo, nem imaginação, nem vontade própriaDida Bessana
Palavra 24
O dilema da literatura de gênero brasileira
A literatura policial brasileira contemporânea é quase inexistente, mas o mesmo pode ser dito da ficção científica, ou da literatura romântica, ou do romance histórico. Em outras palavras, o que falta no cenário literário nacional hoje não é apenas literatura policial, é literatura de gênero como um todo
Aqui
Uma revista com rumo firme e novos horizontes
Em 2008, com a publicação de sua 8ª edição, a ser lançada no próximo dia 17 de abril, a “Cadernos de Literatura em Tradução” introduz duas mudanças editoriais. Uma delas é a periodicidade, que passa de anual a semestral. A segunda é a introdução de edições temáticas, que serão alternadas com volumes de tema livre
Aqui
A faca sutil: pouca emoção
Lorde Asriel arregimenta um exército composto por homens que sofreram a intercisão, portanto não têm medo, nem imaginação, nem vontade própria
Aqui
April in Paris
Em Paris, a beleza brota como uma resposta à opressão do inverno, uma vitória daqueles que sobreviveram, uma ressurreição mitológica revivida a cada ano. A mística em torno do equinócio é profunda, ancestral, dionisíaca. O movimento é patente
AquiRodrigo Gurgel
Uma revista com rumo firme e novos horizontes
Em 2008, com a publicação de sua 8ª edição, a ser lançada no próximo dia 17 de abril, a Cadernos de Literatura em Tradução introduz duas mudanças editoriais. Uma delas é a periodicidade, que passa de anual a semestral. A segunda é a introdução de edições temáticas, que serão alternadas com volumes de tema livreMarina Della Valle, Telma Franco, John Milton
April in Paris
Em Paris, a beleza brota como uma resposta à opressão do inverno, uma vitória daqueles que sobreviveram, uma ressurreição mitológica revivida a cada ano. A mística em torno do equinócio é profunda, ancestral, dionisíaca. O movimento é patenteDiego Viana
A reinvenção do cinema e os jurássicos
A digitalização e a internet podem transformar todo o processo cinematográfico, democratizando a produção e multiplicando as platéias. Mas, agarrada a seu monopólio, a indústria do audiovisual quer manter as tecnologias superadas e a idéia de que arte é para quem pode pagarFelipe Macedo
Banheiro do Papa: engajamento agridoce
Comédia popular de beleza plástica e certos efeitos (como montagens aceleradas e enquadramentos acrobáticos), o filme de Fernandez e Charlone celebra a inventividade, o jeitinho brasileiro-latino, a recusa à melancolia. Falta-lhe a crítica política — aparentemente, sua intenção inicialBruno Carmelo
Como falar francês sem falar francês
Quanto boiar completamente, marque um ponto no horizonte e fixe o olhar. Se te perguntarem alguma coisa, arregale os olhos e repita a seguinte frase: “pardon, j’ai été inattentif”. Em bom português, “desculpa, estava desatento”. Mas nunca peça pra repetirDaniel Cariello
Esquizo versus trans?
Não escolhemos um projeto, não precisamos. Podemos jogar na coluna do meio: a de quem não terminou de atravessar a rua, de quem está em transição — a matéria-prima, tia e sobrinhos de toda política. Queremos abrir uma picada para quem queira fugir dos fascismos do momentoFabiane Borges, Hilan Bensusan
É tudo nosso!
Quase ausente em É tudo Verdade, audiovisual produzido nas periferias brasileiras reúne obras densas, criativas e inovadoras. Festival alternativo exibe, em São Paulo, parte destes filmes e vídeos, que já começam a ser recolhidos num acervo específicoEleilson Leite
Criando fama sem cama
É terrível e fascinante sujeitar-se à objetividade de si mesmo. Há volúpia e desânimo em sair de si e olhar-se como um objeto midiático, um produto, uma possibilidade. Posicionar-se em relação aos outros idiotas cheios de som e fúriaSimone Campos

