Diplô Online
Rememorar e celebrar o pensamento freireano para resistir as proposições economicistas na EJA
Reconhecida pela Constituição de 1988 e pela LDB nº 9.394/96, a EJA afirma-se como modalidade democrática e emancipatória, voltada a trabalhadores-estudantes, capaz de enfrentar modelos sociais opressores
Ocupações exógenas em postos-chave na área da cultura
A política cultural continua a ser tratada como moeda de troca partidária, em vez de prioridade estratégica de Estado
Da fixação infantil ao gozo contemporâneo
Vitimismo é uma fixação infantil: em determinada vivência inaugural, a criança sente que foi ferida injustamente e busca retratação
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Por um cinema de todos e para todos
Democratizar o cinema não é apenas abrir salas: é abrir escuta, abrir olhares e reconhecer que o povo de São Paulo – especialmente o povo preto, periférico, indígena, LGBTQIA+, com deficiência – tem direito de se ver, se ouvir e se narrar
Quem tem medo de Cristina Kirchner?
Cristina diz ser uma fuzilada viva. Foi alvo não somente do tiro mas também dos meios de comunicação hegemônicos do país, do macrismo, do mileismo, e não raro, de setores do peronismo. Frequentemente é considerada culpada por todos os problemas sociais, políticos e econômicos que a Argentina tem enfrentado
Um respiro para sentir, sonhar, viver e ressignificar
Espécie de desabafo, livro de poemas é uma tentativa de fazer o leitor refletir a respeito daquilo que realmente importa na vida: as relações humanas
Velhas ideias em novos formatos?
Resenha do novo livro do médico e escritor Drauzio Varella, O sentido das águas: histórias do Rio Negro (Companhia das Letras, 2025)
Kosovo
A exortação do presidente dos EUA à independência unilateral do Kosovo pode incendiar de novo os Bálcãs e faz lembrar a responsabilidade das potências ocidentais pelas guerras civis na regiãoIgnacio Ramonet
Nazismo: a conexão norte-americana
Como se deu a intensa colaboração intelectual entre o nazismo e cientistas e personalidades dos EUA, nos anos 1920 e 30. Por que Hitler encantou-se com Henry Ford. Omitidos pela história oficial, fatos sugerem repensar as relações entre modernidade, homogenização e totalitarismoMichael Löwy , Eleni Varikas
Corrida às armas no Cáucaso
Num desdobramento da disputa pela Ásia Central, Geórgia, Azerbaijão e Armêia multiplicam seus orçamentos militares, aliam-se com potências estrangeiras e iniciam uma escalada que pode levar à guerraVicken Cheterian
Radiografia de uma “revolução colorida”
Quatro anos após a Revolução Rosa, a Geórgia comemora crescimento acelerado e forte entrada de capital externo. Mas avançam também desigualdade, desemprego, concentração de poder e nacionalismos xenófobosVicken Cheterian
A grande disputa pela Ásia Central
Sem alarde, Estados Unidos, Rússia, União Européia e China travam uma intrincada batalha pela região em torno do Mar Cáspio. Rica em petróleo e gás, marcada por regimes instáveis e disputas religiosas, ela pode ser o centro de grandes conflitos no século 21Régis Genté
Estados Unidos, território sagrado?
Decidida a construir um “escudo anti-mísseis” que poderia tornar o país potência nuclear única, a Casa Branca volta a agitar o cenário internacional. Mas a proposta é antiga, de eficácia duvidosa, e pode estar baseada numa visão messiânica sobre o papel dos EUA no mundoOlivier Zajec
Radiografia de uma "revolução colorida"
Quatro anos após a Revolução Rosa, a Geórgia comemora crescimento acelerado e forte entrada de capital externo. Mas avançam também desigualdade, desemprego, concentração de poder e nacionalismos xenófobosVicken Cheterian
África além dos preconceitos
Quatro livros recentes debatem, na França, as causas da pobreza africana. Curiosa divisão entre os autores: o problema principal do continente estaria na “ausência” de desenvolvimento ou nos males provocados por um “progresso” claramente associado a desigualdade?Augusta Conchiglia
A batalha que incendiou o Oriente Médio
Quarenta anos depois, um retorno “Guerra dos Seis Dias” revela: o conflito que envenenou as relações entre Israel e Palestina não teve como origem a disputa entre os dois povos. Seria um sinal de que a paz é possível?Henry Laurens
Império, estratégias e conflitos
Cinco obras recentes reabrem o debate sobre os sentidos da guerra, numa época de choque de fundamentalismos, dúvidas sobre o poderio norte-americano e emergência da ChinaMaurice Lemoine
Populismo à francesa
Para o conjunto da esquerda a derrota nas eleições presidenciais é decisiva. Marca o fim de uma era. E força a uma indispensável refundaçãoIgnacio Ramonet
Japão: o espelho do Ocidente
Apesar de notáveis exceções, a historiografia japonesa ainda hesita em reconhecer o passado colonial e os crimes de guerra cometidos pelo país na Ásia. Seria algo muito diferente da atitude ocidental?Emilie Guyonnet
Sob o signo da frustração
A derrota no conflito de 1967 transtornou o mundo árabe. É a partir dos traumas associados a ela que crescem a influência da religião, a tentação da violência, o conservadorismo moral como forma de “purificação” e os governos cada vez mais afastados de seus povosBassma Kodmani
Sob a tutela da Casa Branca
Além de seguidora emblemática do “Consenso de Washington”, Gana transformou-se, no governo de Kufuor, num aliado militar estratégico dos EUA e da InglaterraYao Graham
Como a ocupação invadiu Israel
Após seu triunfo retumbante contra os três maiores exércitos árabes, o país encheu-se de orgulho, dinheiro e ilusão. Quarenta anos depois, a sociedade está mais frágil, atemorizada e desigual. Há quem tema por suas chances de sobrevivênciaMeron Rapoport
O interminável Sétimo Dia
Cronologia dos conflitos provocados pela ocupação da palestina. Por ter mantido e aprofundado a opressão sobre eles, a Guerra dos Seis Dias acabou deflagrando uma série de choques, que se arrasta até hojeBassma Kodmani
Dinastias, golpes e… insurreições
Desde a constituição de seus Estados nacionais, o mundo árabe tem sido marcado por governos que se eternizam (muitas vezes apoiados por potências estrangeiras) e por fortes sobressaltos políticos. O período pós-67 manteve esta tendênciaBassma Kodmani
Viagem ao “muro” europeu
Reportagem no Marrocos: assim vivem (e morrem) milhares de migrantes que o mundo rico quer ver longe de suas fronteiras. E mais: como a União Européia transfere para alguns países africanos o trabalho sujo de reprimir quem busca uma vida melhorSophie Boukhari
Um banco pelos direitos humanos?
Em meio à crise do FMI e do Banco Mundial, países latino-americanos preparam-se para lançar o Banco do Sul. Seu caráter ainda não está definido, mas algumas propostas farão dele, se aprovadas, uma instituição revolucionáriaEric Toussaint, Damien Millet
Os EUA apostam no "black business"
No momento em que a influência norte-americana sobre o continente negro enfrenta a concorrência da China, ex-militantes pelos direitos civis impulsionam a GoodWorks, uma estranha rede que une governantes suspeitos e homens de negócio ambiciososJean-Christophe Servant

