Diplô Online
A quem se pergunta se deve pesquisar em meio aos escombros da universidade
Pesquisar é manter acesa uma chama pequena em meio ao vendaval. É proteger o que ainda resiste. É anunciar que, apesar dos escombros, ainda há futuro
Moira Millán: “Este livro é uma ferramenta para analisar o capitalismo de outra perspectiva, a dos povos indígenas, de uma mulher indígena”
Confira a entrevista com Moira Millán, autora do livro Terricídio: Sabedoria ancestral para um mundo alternativo
Ciência em rede fortalece a biodiversidade na Amazônia
A Amazônia é um centro de relevância global, mas, na hora de financiar a pesquisa, esse protagonismo ainda não aparece
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Contrarreforma administrativa e desmonte do serviço público
É urgente rever estruturas que concentram privilégios no topo do funcionalismo
A importância da educação ambiental
A 14ª Mostra Ecofalante de Cinema no Pará reúne mais de 14 produções cinematográficas dedicadas para estudantes
Injustiça espacial e a negação do Direito à Cidade
É necessário expor e investigar o que vem acontecendo com a gestão e o planejamento da política urbana em São Luís.
A troca de dívidas por atendimentos e os limites da complementaridade privada no SUS
O programa “Agora Tem Especialistas” promete “desafogar” as filas de espera para atendimentos médicos do SUS
O olhar feminino do Islã
Na Internet, nas mesquitas e nos salões islâmicos, as mulheres buscam seus espaços dentro de um “novo islamismo”, que ainda ensaia seus primeiros passos no EgitoWendy Kristianasen
Os demônios do Demônio
Esta é uma modesta contribuição à guerra do Bem contra o Mal. Entre os diversos semblantes do Príncipe das Trevas, só estão os demônios que existem há muito, muito tempo, e que há séculos ou milênios continuam ativos no mundoEduardo Galeano
Hiroshima, 6 de agosto de 1945
O norte-americano John Hersey foi um dos primeiros jornalistas estrangeiros a chegar ao local onde explodiu a primeira bomba nuclear da história, matando, de um só golpe, 100 mil pessoas e provocando formas inéditas e terríveis de sofrimento humano. Publicado primeiramente no New Yorker, seu testemunho é considerado um dos clássicos da reportagem de guerra
O sucesso de uma luta mundializada
Em El Salvador, uma maquiadora se torna exemplo de organização sindical, mas ainda enfrenta boicote e concorrência aviltantePhilippe Revelli
O que estamos fazendo no Iraque?
Após 27 meses de ocupação americana e da escalada de violência e mortes que acarreta por todos os lados, a guerra inventada por Bush segue vitimando também os norte-americanos, sua juventude, suas liberdades e seu modo de viverHoward Zinn
Conflitos e convergências
Nas relações entre China e Índia, competições no campo diplomático e econômico ainda são barreiras à convivência pacíficaMartine Bulard
As florescentes indústrias do medo permanente
A guerra contra o terrorismo fortalece um projeto de sociedade que ameaça as liberdades civis e é gerido pela colaboração sem limites de instituições públicas com poderes privados, que encontram na gestão do medo uma reserva durável de lucroDenis Duclos
Abandonar Gaza para segurar a Cisjordânia
Apesar da extremista oposição dos colonos contra a retirada e de suas ameaças de confronto com o exército, tudo pode não passar de uma simples demonstração de força para evitá-la, no futuro, na Cisjordânia, onde as colônias não param de aumentarMeron Rapoport
Londres, Bagdá
As conseqüências trágicas para os britânicos do alinhamento de Blair com o belicismo de Washington, apesar da grande oposição popular à guerraIgnacio Ramonet
A China sacode a ordem mundial
Com uma diplomacia bastante flexível, a China busca construir as condições para um mundo multipolar e para se firmar como referência asiáticaMartine Bulard
O inferno nas maquiadoras
Nas confecções instaladas em países da América Central, como a Guatemala, reina a repressão ao movimento sindical e a superexploração da mão-de-obraPhilippe Revelli
O corpo de Che
Pela primeira vez, 38 anos depois, o relato da chegada do corpo do revolucionário recém assassinado pelo exército boliviano, sob orientações de oficiais norte-americanos e de agentes da CIA, antes de sua apresentação para a mídia internacionalRichard Gott
Sujeira na água das cidades
Como a privatização dos serviços de saneamento fizeram lucros estratosféricos de milhões de euros para empresas francesas e prejudicaram milhões de cidadãosMarc Laimé
Declarar a pobreza ilegal
Durante a reunião do G8, em Gleneagles (Escócia), no iltimo mês de julho, importantes manifestações aconteceram em diversas partes do mundo – dentre as elas, o mega-festival Live 8, que aconteceu no dia 2 de julho simultaneamente em Londres, Paris, Roma, Berlim, Moscou, Joanesburgo, Tóquio, Filadélfia e Toronto para pedir o fim da pobreza na África. O objetivo dessas manifestações era fazer pressão sobre os dirigentes das oito principais potências econômicas do planeta e lhes forçar a erradicar a pobreza. Os esforços foram em vão. Entretanto, as soluções existem. E para colocá-las em prática, bastaria primeiro declará-la ilegal, proibindo a existência de pobres em todos os cantos do mundoRicardo Petrella
A política de “instabilidade construtiva” de Bush
Apostando no comunitarismo para enfraquecer os países e as forças opostas à sua hegemonia, impondo-se como instigador e árbitro de verdadeiras guerras civis de baixa intensidade, os Estados Unidos estimulam uma desestabilização que dificilmente poderão controlarWalid Charara
De volta à esfera pública
Tarifas caras e qualidade duvidosa levam vários municípios a romper contratos com empresas privadas e voltar a gerir os serviços de saneamentoPatrick Coupechoux
As raízes da crise síria
Depois de quarenta anos de dominação, o regime de Damasco balança com a crise interna, agravada depois da retirada das tropas do LíbanoSamir Aita
O faz-de-conta da ajuda ao desenvolvimento
O anúncio por parte dos países do G7 da anulação de parte da dívida multilateral de 18 países pobres mascara de novo o fato de que a “ajuda” dada pelos países ricos costuma enriquecê-los mais, e às custas daqueles países que pretendem ajudarDamien Millet, Eric Toussaint
Em defesa da refundação democrática
Se a Europa realmente deseja ser uma idéia nova e levada por seu povo, é na inovação democrática que ela deve se distinguir antes de tudoBernard Cassen
A grande virada de Washington e o fim liberalismo
A globalização, considerada como a unificação da economia mundial sobre um paradigma neoliberal, parece chegar ao fim. Os sintomas de sua desintegração são múltiplos, mas seu principal agente são os Estados Unidos de BushPhilip S. Golub

