Um levantamento da soja no Matopiba
Em estudo feito por pesquisadores do Imaflora discute os impactos e possibilidades de desenvolvimento econômico no cultivo da soja na região de cerrado formada pelos estados Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia.

Em estudo feito por pesquisadores do Imaflora discute os impactos e possibilidades de desenvolvimento econômico no cultivo da soja na região de cerrado formada pelos estados Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia.
Com este texto inauguramos uma série com análises de discursos das candidaturas Marina Silva, Jair Bolsonaro, Lula, Geraldo Alckmin, Ciro Gomes e Guilherme Boulos produzidas pelo Programa de Pós-Graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (CPDA/UFRRJ). A primeira análise é sobre o que diz o ex-presidente e candidato pelo PT, Luis Inácio Lula da Silva:
O estilo Lula não é tecnocrático, nem acadêmico. Ele articula constantemente experiência pessoal e emoção com questões econômicas, políticas e sociais numa linguagem clara e direta, de esclarecimento, que se dirige ao racional, e de mobilização, que se dirige à emoção. Em situações como a das caravanas, destacávamos que tem se construído uma narrativa quase bíblica e dramática, de devoção e simbiose entre Lula e o povo.
O Brasil é o maior mercado de agrotóxicos do mundo, com consumo de US$ 7,1 bilhões por ano. O poderoso lobby ruralista, o país aponta perigosamente para o aumento deste consumo com o avanço no Congresso do PL 6299, conhecido como “pacote do veneno” que, entre outras coisas, afrouxa controles do uso e fabricação de agrotóxicos
Brasil e Japão se unem em uma empreitada de expansão agrícola no norte de Moçambique. Mas uma mobilização inédita conseguiu barrar os planos de empresários do agronegócio
Alimentar milhões de brasileiros passa por fortalecer a conexão entre a cidade e o campo. Pensar a segurança alimentar e nutricional é pensar no acesso, distribuição, disponibilidade, consumo e, portanto, formas de abastecimento. É estimular a diversificação de culturas.
PL 6.299/2002, em tramitação na Câmara dos Deputados, representa grandes retrocessos. A proposta reduz poderes do Ibama e da Anvisa e concede ao Ministério da Agricultura a competência para a liberação dos agrotóxicos, propõe a flexibilização do controle do Estado, retira a competência de estados e municípios para elaborar leis mais específicas e restritivas e libera qualquer agrotóxico aprovado em pelo menos três países da OCDE, além de propor a mudança na denominação dessas substâncias, que passariam a ser chamados “produtos fitossanitários” ou “produtos de controle ambiental”
Negócios desenvolvidos pelos principais grupos de mídia brasileiros revelam potenciais interesses por trás das agendas dos meios. A pesquisa Monitoramento da Propriedade da Mídia no Brasil, publicada pelo Intervozes e pela Repórteres Sem Fronteiras, expõe que muitos dos veículos de maior audiência no país são também parte de grupos econômicos. Confira segundo artigo da série sobre os proprietários da mídia no Brasil
Estou convencido, mais uma vez, a partir do exemplo venezuelano, que a transformação estrutural, rumo ao socialismo, é muito complicada. Exige perdas humanitárias imensas. O desejo de se romper com o imperialismo, objetivo da política de Maduro, gera uma intervenção extremamente agressiva do capital internacional, que não se importa em provocar fome e matar pessoas
Kroeber faz prova de um bom senso impressionante: “Em qualquer país os verdadeiros inimigos na luta por uma prosperidade de base ampla não são os competidores internacionais, mas elites domésticas que batalham constantemente para preservar os seus próprios privilégios às custas de todos os outros. Inovação, educação, abertura, e uma Estado redistributivo constituem armas confiáveis nesta batalha. ”
Negócios desenvolvidos pelos principais grupos de mídia brasileiros revelam potenciais interesses por trás das agendas dos meios. A pesquisa Monitoramento da Propriedade da Mídia no Brasil, publicada pelo Intervozes e pela Repórteres Sem Fronteiras, expõe que muitos dos veículos de maior audiência no país são também parte de grupos econômicos
Não é pouca coisa, não é? E é fruto de um trabalho sério, desses raros que reúnem técnicos capacitados, discutindo com a população, e que por isso tem legitimidade incontestável.
Parece que, na lógica da atual gestão, é preciso tirar de agricultores familiares, povos e comunidades tradicionais e pobres urbanos para manter os ganhos de quem sempre concentrou a riqueza